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terça-feira, 14 de abril de 2009

HOMENAGEM À MULHUER



LUZIA FRANCISCA, PATRÍCIA, ELIETE, RITINHA, JULLYETTH, KEILA e DONA TOTA

Antes de dissecar sobre as mulheres que fizeram e fazem a história da Mesorregião Oeste Potiguar, primeiramente vou mostrar as mulheres que fizeram e fazem parte de minha vida, primeiramente as minhas saudosas e inesqueciveis mãe LUZIA FRANCISCA DA CONCEIÇÃO, falecida em 11 de janeiro de 1971 e filha Maria Patrícia Bezerra das Chagas(17/8/1983 - 08/11/1984), ambas são MINHA SANTA e meu ANJO, respectivamente; minha querida e amada filha MARÍLIA JULLYETTH BEZERRA; minha atual companheira Kelly Cristina Torres. Além de minha ex-esposa Maria Eliete Bezerra das Chagas, mãe de JULLYETTH, como também de minhas sogras: RITA MARIA DA LUZ e FRANCISCA GOMES TORRES, ambas falecidas.
EM HOMENAGEM À MULHER DO OESTE POTIGUAR
– Uma é pouco, duas é bom e três é demais Mulher fala sem ter razão, grita sem ver nada, faz relação sexual sem ter excitação, dirige sem saber, mas, faz o homem gemer sem sentir dor, porém é animalzinho complicado. Não é de agora, e sim, desde primeira mulher do mundo, Dona EVA. Felizmente ou infelizmente, o bicho homem apesar de está no século XXI, nada mudou, continua sendo igual ao otário Adão, exceto daquele que mudou de time, alguns por defeito da própria natureza, enquanto, outros, por pura sacanagem. Olha Adão para a felicidade das mulheres estou honrando seu paladar de gostar tanto do bicho mulher. Sou infeliz porque não posso viver com uma, duas ou três, mas sou feliz, porque, apesar de ser pobre, pobre, pobre, feio, feio, feio, mais perdi a conta de quanta mulheres bonitas passaram pelo meu crivo Deus criou ADÃO e largou-o sozinho no Paraíso. Deus ficou muito feliz porque fez o homem à sua imagem e semelhança. Após alguns dias Ele desceu do Céu e foi bater um papo com ADÃO, Deus viu-o com saúde, mas muito acabrunhado. “Senhor”, começou Adão. -Estou bem! Nada me falta, todas as frutas e animais estão a minha disposição. Mas, porém, sinto-me sozinho. Não sei o que realmente seja, mas com certeza falta-me alguma coisa. Deus enviou-lhe um sono profundo e, quando acordou, Adão encontrou a carde de sua carne, ossos de seus ossos, pulando de alegria, agradeceu a Deus e lá foi Adão com Eva a tiracolo, sua nova companheira diz a lenda que depois de oito dias. Deus retornou novamente ao Paraíso para visitar o casal Adão e Eva, ao chegar na terra Ele ouviu choro, gritos e pancadas. Eles estavam brigando como “cão e gato”. - Disse Adão Deus, adiante-me, deste-me uma mulher maravilhosa. No começo foi muito bom e não sofri mais solidão, mas, em troca, perdi o sossego, porque ela irrita. Já estou “stressado”. Importuno dia e noite e nunca está satisfeita Deus ouviu o clamor de Adão e levou Eva consigo. Passando oito dias, Deus retornou novamente ao paraíso para espiar Adão e ver como ele estava e encontrou-o deprimido e lastimando. Disse Adão: - Senhor, Eva era briguenta, mas enchia os meus olhos. Bela e dengosa me fazia sonhar. Senhor, sou feliz, porque não posso viver com ela, mas sou infeliz, porque não posso viver sem ela. Portanto, como mostra a lenda, a mulher sempre e será um bicho bom, porém, muito complicada. Desde surgimento da primeira mulher, há mais de três bilhões de ano, que foi Eva, de lá pra cá, nada mudou, isto é em comportamento. Porém, no que diz respeito aos seus direitos, ela ultrapassou totalmente o HOMEM. Não é á toa que hoje aqui no Rio Grande do Norte é governado por uma mulher, Vilma de Faria; a capital é administrada por uma mulher, Micarla de Souza; e a segunda cidade, Mossoró é comandada por duas mulheres: Fafá Rosado e Ruth Ciarline, prefeita e vice-prefeita respectivamente. E, tudo indica que o próximo administrador do País será uma mulher, estou me referindo a pré-candidata a presidente da República, Dona Dilma Rosset. Disse Adão -Senhor, adianta, deste-me uma mulher. No começo foi muito bom e não sofri mais solidão, mas em troca perdi o sossego, porque ela irrita. Já estou Mulher é a coisa mais importante que Deus criou, mas infelizmente ela não sabe desfrutar dessa grande importância que a possui, porque somente através dela, nascemos, crescemos e nos multiplicamos, apesar de nos dias atuais muitos do sexo masculino, isto é, diga-se passagem, homem não, estão passando para outro lado, como também, algumas delas estão vindo para nosso lado. Isso não é nada bom nem para os homens, nem para as mulheres. Em parte notamos claramente que tantos elas, como eles não tiveram culpa, e sim, é problema da natureza, aí tudo bem, porém, muitos delas e deles estão mudando de lado por pura sacanagem, aí sim esses e essas serão punidos pela Lei Divina. Quando é da própria natureza, desde criancinha ela já passa a demonstrar claramente que algo nela está é errado e, infelizmente, não tem remédio. Ninguém muda a força da natureza, pode até tentar, mas em vão. Aqui quero homenagear todas as mulheres do Rio Grande do Norte, do Brasil e do Mundo, porém, tem uma que mora no meu coração e por ela faço qualquer coisa, até adentrar em lavaredas de fogos, estou me referindo a minha querida e amada filha JULLYETTH. Para homenagear o dia da mulher, a seguir vamos dissecar o resumo biográfico de várias importantes e simples mulheres potiguares, nascidas no mês de março, com destaque para a prefeita de Mossoró, nascida a 3 de março
GRANDES MULHERES OESTANAS
FALAR nas mulheres potiguares e não citar nada sobre JOANA CACILDA BESSA, uma apodiense nascida no então povoado e atual município de Itaú no dia 26 de setembro de 1898, filha de José Marcolino Bessa e Emília Rosa Botão é mesmo que não dizer nada. Ela foi a primeira eleitora de Pau dos Ferros, em 1927 e a primeira intendente municipal Potiguar, atual cargo de vereador, eleita em 2 de setembro de 1928, com 725 votos, pelo município de Pau dos Ferros, e tomou posse em 2 de fevereiro de 1929, tendo em vista que no dia 1º de janeiro a mesma não ter sido empossada juntamente com os outros intendentes eleitos no pleito eleitoral de 1928, em virtude de ter viajado para Natal a fim de resolver problema de seu interesse particular, conforme ata assinada pelo senhor João Tomaz de Aquino, Secretário da Intendência Municipal. Portanto, Joanna Cacilda de Bessa foi a primeira mulher do Rio Grande do Norte, talvez do Brasil a se eleger Vereadora, já que na época esse cargo era denominado de Intendente. Cacilda na época residia em Pau dos Ferros, posteriormente foi residir em Natal. Faleceu no ano de 1998, aos 102 anos de idade. JOANA era irmã de Raimunda Bessa Botão, conhecida popularmente pela alcunha de MUNIDINHA BESSA, nascida em 27/09/1900 e falecida em Rodolfo Fernandes em 01/11/1978, casada com Cristóvão Colombo Pinheiro de Melo. CACILDA a primeira vereadora do Brasil, talvez da América do Sul, eleita em 2 de setembro de 1928, quando apenas poucas mulheres haviam votados, cujos sufrágios foram cancelados pelo Congresso Nacional. Cacilda apenas é lembrada como a primeira eleitora de Pau dos Ferros, mas os nossos pesquisadores nunca se a profundaram na história dessa mulher que foi a primeira vereadora de nosso país.
A seguir, a ata Edital cedido por FRANCISCO LOPES, conhecido por CHICO LOPES, ex-vereador de Pau dos Ferros e patrono da Cãmara Municipal, cuja homenagem foi feita em vida, tendo em vista que Chico Lopes, ainda hoje, com mais de 80 anos, residente em Pau dos Ferros. Este esquisador, graças a ele pode pesquisar todos os livros de ATAS da Câmara Municipal de Pau dos Ferros, cujo mais antigo é datado de 1872
ANA RODRIGUES BRAGA, conhecida por ANA FLORIANO, nascida a 19 de dezembro de 1821), era casada com FLORIANO DA ROCHA NOGUEIRA, sendo os pais de Jeremias da Rocha Nogueira (29/03/1844 - 29/06/1881) que deu à terra de Santa Luzia de Mossoró o seu primeiro jornal, “O Mossoroense, fundado a 17 de outubro de 1972, hoje o quarto jornal mais antigo em circulação do Brasil, perdendo somente para os jornais DIÁRIO DE PERNAMBUCO, JORNAL DO COMÉRCIO, RJ e CAMPIN..... Comandou em 1875, o batalhão de mulheres que, amotinadas, invadiram o recinto e rasgaram os livros em que os funcionários faziam na Paróquia de Santa Luzia, em Mossoró, o alistamento em face da nova Lei para o Recrutamento e sorteio dos indivíduos aptos para o serviço do Exército e da Armada, movimento que ficou conhecido como “O MOTIM DAS MULHERES”. Na opinião do Cônego Sales, “inegavelmente foi um movimento “sui generis” na história do Rio Grande do Norte: era a mulher potiguar, que julgava ferida no seu sentimento maior – o amor filial – que ela julgava-o violado pela lei que instituiria a obrigatoriedade do serviço militar, cuja lei naquele instante, representada pelo Juiz de Paz, Tomaz Celestino da Costa, foi importante para reprimir a atitude rebelde daquele grupo de respeitáveis senhoras, chefiada por Ana Floriano
PRIMEIRA MISS
MARTA JUSSARA COSTA
O primeiro título de Miss Brasil e o 4º de Miss Universo conquistado pelo RN em 1979, é de uma oestana a mossoroense por MARTA JUSSARA COSTA,1,80m de altura, morena. Portanto, Jussara foi a primeira norte-rio-grandense distinguida como símbolo da beleza da mulher brasileira, fato registrado na madrugada do dia 18 de junho de 1979. No Ginásio de Esportes de Brasília. Ela nascida em Mossoró, porém, desde criança foi residir em São Paulo e em 1979, veio visitar a sua terra natal e seus parentes. Sua beleza chamou a atenção dos Diretores da ACDP-Associação Cultural e Desportiva Potiguar, que a convidaram para enfrentar o desafio como representante única do Rio Grande do Norte. Devido ao problema das enchentes, o Estado não iria realizar o concurso Miss/RN-79. Marta Jussara foi a Brasília e iniciou o desfile com um traje típico em homenagem à escritora potiguar Nísia Floresta Brasileira Augusta, pioneira do movimento feministas no País. Cerca de sete mil pessoas no Ginásio de Esportes do Distrito Federal e a representante potiguar foi eleita Miss Brasil 1979. Após o resultado do concurso, sua primeira frase: “A COROA ESTÁ PESANDO DEMAIS”. Mas não era o desabafo de quem está cansada e sim a surpresa que o resultado lhe causara. Como Miss Brasil, ela teve pela frente, antes da disputa do título universo uma grande maratona, que incluiu grande festa no Estado e na Austrália, Marta Jussara a representante brasileira obteve a quarta colocação.
MARIA RIZOLETE FERNANDES, natural de Caraúbas-RN, nascida a 9 de abril de 1949, filha de Porfírio Fernandes e Odeth Edith de Farias. Bacharelou-se em Ciências Sociais pela UFRN, em 1977, tornando-se, desde então, militante dos movimentos sociais em Natal, capital do Estado, onde reside, desde 1971.Foi dirigente da Associação dos Sociólogos do RN, do Sindicato dos Servidores da Administração Indireta do RN, do DIEESE/RN e de sucessivos grupos feministas que ajudou a criar, em Natal, a partir da redemocratização do país, nos anos 80. Presidiu, até abril de 2008, a ONG Coletivo Leila Diniz.Tem participação em coletâneas de poesias publicadas no RN e no RS, em 2004 publicou “A história oficial omite, eu conto: Mulheres em Luta no RN”, pela Editora da UFRN e, em 2006, “Luas Nuas”, pela Editora Una, seu primeiro livro de poesias.Em março de 2006, foi agraciada pela Prefeitura de Natal com a Medalha de Honra ao Mérito Nísia Floresta, “por relevantes serviços prestados à sociedade potiguar” e, em igual mês de 2007, a Fundação José Augusto, executora da política cultural do Governo do Estado, concedeu-lhe o Mérito Auta de Souza, na categoria “Mulheres – Poemas e Poesias”.Atualmente, dedica-se a escrever, tendo poesias no Blocosonline, portal dirigido pela poeta carioca Leila Micollis, além de publicar no blog Verborrágicos, organizado pelo jornalista e escritor potiguar Tullio Andrade e no site www.franklinjorge.com.brColabora com crônicas e poesias para a revista de cultura e humor Papangu, editada mensalmente em Mossoró e seu trabalho já foi objeto de matéria da Revista Brouhaha (Ano II, número 5, e Ano III, 7), da Fundação Capitania das Artes, órgão cultural da Prefeitura de Natal.A revista de cultura Preá (Ano VI, número 19, abr/mai 2008), da Fundação José Augusto, publicou comentário do crítico literário Anchieta Fernandes sobre o Livro Luas Nuas, assim como o artigo “Onde, o calor do abraço?”, de sua autoria.
TEREZINHA FERNANDES LEMOS, natural de Martins, nascida a 8 de dezembro de 1930, filha de Raimundo Honorato de Lemos e de Elisa Fernandes Filgueiras Lemos. Iniciou o curso primário no Grupo ESCOLAR Solon de Lucena, na cidade de Campina Grande-PB, indo conclu´-lo no Grupo Escolar Rodolfo Teófilo, de Fortaleza, Ceará. Fez o curso ginasial no Ginásio Normal de Mossoró e o curso cientifico no Colégio Americano Batista. Em seguida matriculou-se na Faculdade de MEDICINA, Farmácia e Odontologia da Universidade do Recife, onde colou grau de Farmacêutica, a ll de dezembro de 1952. Posteriormente fez um um curso de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior na cadeira de Tecnologia Industrial Framacêutica, na Faculdade de Odontologia e Farmácia da Universidade Minas Gerais, especializando-se em Análises Clínicas. Terminando este curso, instalou laboratório em Natal, onde trabalhou vários anos
MULHERES OESTANAS NASCIDAS EM MARÇO
RAIMUNDA NONATA DA SILVA RÊGO,nasceu na povoação de João Pedro, município de Apodi, em 2 de março de 1960, filha de José Francisco da Silva, natural de Apodi, nascido em 19 de março de 1927, filho de João Francisco de Lima e de Francisca Paulina da Silva; e de Sebastiana Menezes da Silva, natural de Apodi, nascida em 6 de abril de 1927, filha de Pedro Barbosa de Menezes e de Júlia Francisca da Conceição. Casou-se em 18 de novembro de 1980, com Raimundo Clementino do Rego, natural de Catolé do Rocha-PB, nascido em 24 de janeiro de 1958, filho de Pedro Clementino do Rego e de Francisca Etelvina da Com uma filha de nome
KARINA DA SILVA RÊGO, natural de Apodi, nascida em 8 de novembro de 1980, casada com Ronaldo Fernandes Fonseca, natural de Mossoró, nascido em 7 de maio de 1963, filho de Raimundo Fonseca e de Júlia Maria, com um filho – RUAN KENNEDY RÊGO FONSECA, nascido em 8 de abril de 2001. Professora na antiga Escola Isolada do Sítio João Pedro, criada pela Lei Estadual nº 2.112, de 19 de novembro de 1957, sancionada pelo então presidente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte, que foi instalada em 16 de março de 1960, que teve como primeira professora senhora MARIA ANALIA DE OLIVEIRA, que ensinou nesse escola até 25 de fevereiro de 1980, quando passou o cargo para a nossa biografada, a qual ensina até hoje, cujo estabelecimento de ensino atualmente com nova denominação, com o nome da primeira professora, por decreto estadual do mês de julho de 2007. Ocupante da cadeira 22 da Academia Apodiense de Letras.
MARIA DE FÁTIMA ROSADO NOGUEIRA – FAFÁ ROSADO, nasceu em Mossoró, no dia 3 de março do ano de 1953, filha Jerônimo Dix-Neuf Rosado Maia e de Maria Odete de Góis. È casado com o deputado estadual, Dr. Leonardo da Vinci Lima Nogueira, natural de Mossoró, nascido a 17 de setembro de 1949, filho de Manuel Leonardo Nogueira e de ISMALITA Lima Nogueira, mãe dos seguintes filhos: Fadia Maria Rosado Nogueira, Farah Maria Rosado Nogueira, Jerônimo Leonardo Rosado Nogueira e Jerônimo Emanuel Rosado Nogueira. Cursou o Ensino Fundamental no Ginásio Sagrado Coração de Maria e o Ensino Médio (2º Grau), no Colégio Diocesano Santa Luzia. Foi aprovada no vestibular de Economia na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Posteriormente conseguiu nova aprovação para o curso de Enfermagem, na mesma instituição. Formou-se e abraçou a profissão de enfermeira. As primeiras experiências profissionais foram na iniciativa privada. Ocupou cargos de administração nas empresas Montagens Técnicas e Retificações de Motores Ltda. (MONTEC) e na Sociedade Oeste Ltda. (SOCEL). Começou a atuar no serviço público quando foi aprovada no concurso público da Secretaria Estadual de Saúde. Depois de contratada, trabalhou no Centro Clínico do Bom Jardim, hoje Centro Clínico Professor Vingt-un Rosado, Centro de Saúde de Mossoró, Laboratório de Citopatologia e II Unidade Regional de Saúde Pública, onde chegou a ser gerente. Foi coordenadora do Departamento de Saúde Individual e Coletiva da Secretaria Municipal de Saúde, hoje Gerência Executiva da Saúde e coordenadora da Secretaria Estadual de Governo e Projetos Especiais (SEGOV), em Mossoró e região. Na rede de saúde privada trabalhou na Clínica de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró. Também tem experiência com serviços voluntários, no Centro Social Mãe do Salvador, em Mossoró. A primeira experiência na política foi no ano 2000, como candidata a prefeita de Mossoró pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), onde obteve mais de 42.530 votos. Em 2004, já filiada ao Partido da Frente Liberal (PFL), onde permanece. Se candidatou novamente e foi eleita com 57.904 votos, juntamente com sua companheira de chapa, Cláudia Regina Freire de Azevedo (Aracati-CE, 28/8/1964). É candidata à reeleição e tem como companheira de chapa, a ex-deputado estadual Ruth Alaíde Escóssia Ciarline Medeiros (03/4/1957), irmão da ex-prefeita de Mossoró e Rosalba Ciarline Rosadi

SANTA CAETANA DE BRITO GUERRA, nasceu na povoação do Brejo, atual cidade de Felipe Guerra, na época, município de Apodi, a 7 de março de 1903, filha de Felipe Guerra Néri de Brito (26/5/1867 – 04/5/1951), este filho do Barão Luiz Gonzaga de Brito Guerra e da Baronesa Josefina Augusto da Nóbrega; e de dona MARIA GURGEL DO AMARAL, filha do Coronel TIBÚRCIO VALERIANO GURGEL DO AMARAL (14.4.1843 – 10.02.1933) e de CAETANA GURGEL DE OLIVEIRA De uma tradicional família católica no Estado, Santa Guerra foi uma das ´primeiras potiguares a concluir curso superior no exterior. Recebeu o diploma em Economia Doméstica expedido pela Universidade Católica de Louvain, Bélgica. E patrona da cadeira nº 20 da Academia Mossoroense de Letras, ocupada atualmente por dona América Fernandes Rosado Maia, viúva do saudoso JERÔNIMO Vingt-Um Rosado Maia. Faleceu em Natal no dia 20 de agosto de 1988. Regressando a Natal foi professora de Francês da Escola Doméstica, assumindo a direção da Escola no período de 1930 a 1943. Aderiu às idéias da Ação Integralista Brasileira, movimento liderado no Brasil por Plínio Salgado e que atraiu uma boa facção da intelectualidade nacional que não aceitava as idéias marxistas. Muitos de seus integrantes eram ligados à Igreja Católica, como o seu irmão, Oto de Brito Guerra (02/07/1912 – 16/03/1996). Santa Guerra chefiou a Ala Feminina na Ação Integralista, correspondendo-se frequentemente com Plínio Salgado, particpando de reuniões e manifestações do movimento. Também dedicou-se ao teatro, escrevendo peças didáticas de cunho cívico. No trabalho Pai Severo, trata da educação familiar, em A Boa Imprensa em dizer a verdade; no esquete A Formação Rural, fala sobre o trabalho doméstico partilhado por todos os É patrona da cadeira nº 20 da Academia Mossoroense de Letras, ocupada pela professora América Fernandes Rosado Maia, a primeira ocupante, esposa do saudoso professor Vingt-um Rosado. membros de uma família. Faleceu em Natal no dia 20 de agosto de 1988
ISABEL JOAQUINA DE JESUS – TRONCO DA FAMÍLIA RÉGIS, MELO CAVALCANTE DE SEVERIANO MELO E REGIÃO – nascida a 9 de março de 1840 e falecida em 23 de junho de 1922, filha de João Régis Cavalcante (17/5/1819 –21/7/1899), filho de Domingos Alves Ferreira Cavalcante (18/09/1752 – 20/11/1830) e de Maria Joana do Espírito Santo; e de Isabel Joaquina de Jesus, filha do Capitão Vicente Ferreira Pinto(23/7/1787 -15/6/1847), filho de Alexandre Pinto Machado (tronco inicial da família Pinto de Apodi e região) e de Anna Joaquina da Apresentação (22/08/1747 – 03/09/1821). Casou-se em 23 de junho de 1857, com apenas 17 anos de idade, com o jovem José da Costa Melo, natural de Campo Grande-RN, nascido a 7 de novembro de 1836 e falecido em 28 de março de 1916.
MARIA DAS GRAÇAS SARMENTO DE OLIVEIRA, conhecida popularmente por “GAGAÇA”,, nascida a 11 de março de 1944. filha de Valdemar Rodrigues da Silva e de Joaquina Sarmento Furtado, natural de Sousa-PB. Se considera alexandriense de coração. Casou-se muito jovem com o senhor Raimundo Veríssimo de Oliveira, com quem teve quatro filhos. Concluiu o magistério na escola 7 de Novembro, na cidade de Alexandria, em 1977. Em 1976 foi convidada para participar da vida pública, candidatando-se a vice-prefeita de Alexandria, na chapa encabeçada por Emidio de Oliveira, a qual em 15 de novembro daquele ano, ambos foram eleitos, tomando posse em 31 de janeiro de 1977 e continuando no cargo até 31 de janeiro de 1983. Mesma na política, Gagaça não deixou de lado o que ela mais almejava, transmitir seus conhecimentos como educadora. De 1983 1992 foi nomeada vice-diretora da escola Estadual 7 de Novembro, ensino fundamental e médio. Escreveu juntamente com sua amiga Evanir Ananias de Sousa, o livro “HISTÓRIA DA IGREJINHA VELHA”, pela Coleção Mossoroense, série “B”, NÚMERO 731 -1990. Exerceu a direção da Escola Municipal Dr. Gregório de Paiva, com sede em Alexandria. Portanto, Maria das Graças foi a primeira mulher alexandriense a representar o seu povo com mandato de vice-prefeita, mérito até agora ainda sobre a sua responsabilidade, tendo em vista que nenhuma outra mulher de Alexandria fora eleita para tal cargo

América Fernandes Rosado Maia, natural de Gi-Mirim-MG, nascida em 12 de março de 1922, filha do farmacêutico Américo Brasil Fernandes, filho de Cornélio Fernandes e Presciliana Fernandes e da professora Ester Pereira Fernandes, filha de Francisco Sales Pereira e Escolástica Cândida Pereira. - “A viúva de Vingt-un Rosado, que ao seu lado, trabalhou a vida inteira para construir a Coleção Mossoroense. Ela sempre deu suporte à obra de Vingt-un. A legítima parceira na pesquisa, na forma, na publicação, na luta dele em favor da cultura norte-rio-grandense. Sem ela, tudo seria impossível. Para que se tenha uma idéia da importância de dona América Rosado para a Academia, quero dizer que nenhuma cidade brasileira tem a bibliografia de Mossoró que ela ajudou a construir. A eleição de dona América Rosado é o reconhecimento que Mossoró é a cidade da cultura literária do Rio Grande do Norte”. América foi eleita no dia 7de agosto de 2006. A eleição da mossoroense de coração foi baseada no exemplo que ela apresentou em prol da educação e cultura de Mossoró. Ela é considerada de Mossoró por ter construído na cidade família com um mossoroense, Vingt-Un. Com formação acadêmica em Serviço Social, a estudiosa fez trabalhos de cunho social na criação da Fundação Biblioteca Pública de Mossoró e coordenou diretamente alguns cursos da Universidade Federal Regional do Semi-árido, antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró. Membros das Academias Mossoroense e Norte-Rio-grandense de Letras
ELISA GURGEL, natural de Catolé do Rocha-PB, nascida a 13 de março de 1894, filha de Delmiro Rocha e de Paulina Diniz da Rocha. Era esposa do banqueiro Sebastião Fernandes Gurgel, natural de Caraúbas, nascido a 6 de fevereiro de 1895, filho de Rozendo Fernandes de Oliveira e de Sebastiana Celestina de Oliveira, falecido a 28 de dezembro de 1972). Foi ao lado de Celina Viana, da professora Beatriz Leite de Morais e Maria Silvia de Vasconcelos, pioneira do processo da conquista dos direitos da mulher pelo voto feminino. Do seu casamento com Sebastião Gurgel, nasceram seis filhos: JUDILITA, casada com o Dr. Francisco Gurgel; Maria José Gurgel Correia, casada com Aloísio Correia; Dr. Sebastião Gurgel Filho, casado com Maria Suzete Fernandes. José Gurgel, casado com edy Amaral; RAYMUNDO DA ROCHA GURGEL, casado com Maria Zuleide de Sá Gurgel e o Dr. MAURO GURGEL, casado com Lílian Holanda Rolim. Faleceu em NATAL.
BRÍGIDIA GALVÃO, natural de Mossoró, nascida a 16 de março de 1898, filha de Antonio Eduardo de Araújo e de Ernestina de Araújo Galvão. Mulher de raros predicados morais, teve papel de destaque na sociedade mossoroense em época passada. Descendia dos velhos troncos genealógicos dos Araújo Galvão. Da região do Seridó. Era casado com Vicente Carlos de Sabóia Filho, conhecido popularmente por SABOIANHA, cearense de Boa Viagem, Diretor superintendente da Companhia de Estrada de Ferro de Mossoró e mais tarde, Chefe da Edilidade, foi também chefe de família exemplar e influência nos meios políticos e sócio econômico de Mossoró no dia 17 de outubro de 1977
MARIA LINDAURA DA SILVA, natural de Apodi, nascida a 16 de março de 1932, filha de Raimunda Silva. Lindaura Silva foi uma grande educadora apodiense, por isso foi homenageada pela população de Apodi que através de uma enquête realizada pela Secretaria Municipal de Educação para se saber qual nome daria ao futuro estabelecimento de ensino erguido na administração municipal de Evandro Marinho, através da então Secretária Mara Marizete Duarte Marinho de Paiva, daí os gentílicos apodienses, principalmente a população estudantil, escolheram o nome da professora contemporânea Lindaura da Silva como patrona da Escola Municipal inaugurada no mês de março de 1998. Lindaura da Silva faleceu em sua terra natal, no dia 4 de maio de 1992. Patrona da cadeira 40 da Academia Apodiense de Letras
MARIA IEDA DA SILVA, natural de Apodi, nascido a 16 de março de 1964, filha de Hildo Francisco da Silva e de Antonia Gomes Viana. Formou-se em jornalismo, pela Univerisdade Federal do Rio Grande do Norter, em Natal. Fez pos graduação na Faculdade de Filosofia de Ciências e Letras de Belo Horizonte-MG, no ano de 1987. Em 1985, ela fundou o jornal mensal denominado de “CORREIO APODIENSE”, o qual teve vida curta, chegando apenas no número 8. 11 anos depois, mais precisamente no dia 1º de julho de 1997. Ieda criou o jornal mensal “O OESTANO”, com grande aceitação juntos aos leitores apodienses, porém, também teve pequena duração. Ieda Silva a primeira mulher apodiense graduada em Comunicação Social. Estudou nas escolas Ferreira Pinto, Antonio Dantas e Colégio Diocesano de Mossoró. É professora da rede estadual de ensino. Ela lecionou as disciplinas de Química, Matemática, História, Ensino Religioso, Educação Física e Literatura Infantil. Exerceu a função de diretora da ACDA-Associação Cultural e Desportivca Apodiense. Assumiu a Assessoria de Imprensa dos seguintes prefeitos: Ivo Freire, Simão Nogueira Neto, José Pinheiro Bezerra e Evandro Marinho de Paiava. Organizou e fundou vários times de handboll: Café Pécten, Fogo Assanha e Cablocha. Ieda é um exemplo de mulher dinâmica e trabalhadora. Já foi colunista do jornal O Mossoroense, editado em Mossoró. Ocupante da cadeira 26 da Academia Apodiense de Letras
MARIA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA LEITE VALE, natural de Mossoró, nascida a 17 de março de 1955, filha de Pedro Leite de Oliveira e de Hilda Brasil Leite, e casada com Joalba Vale e mãe de Gledeson Brasil Leite Vale, Gledistony, Grecy e Pedro Leite de Oliveira Neto. Fez o ensino fundamental no Ginásio Sagrado Coração de Maria; ensino médio na Escola Normal de Mossoró e formou-se em Pedagogia pela UERN, campus de Mossoró. Iniciou trabalhando na Escola Padre Dehon onde foi professora, vice-diretora e diretora. Atuou como supervisora escolar.
MARIA DE LOURDES MOTA DE ACETO, natural de PORTALEGRE-RN, nascida 20 de março de l926, filha de José Ferreira da Mota e de Maria Idalina de Aceto Mota. Ainda criança, Transferiu-se com seus pais parra o vale do Apodi, indo residir no sítio Caboclo, posteriormente transferiu-se para Pedra de Abelhas, atual cidade de Felipe Guerra.Casou-se com seu parente SEBASTIÃO NORONHA DA MOTA. Participou efetivamente de organizações religiosas da Igreja Católica.Colaborou com obras sociais em Apodi, tendo dirigido com eficiência o Clube de Mães. Foi professora por vários anos na zona rural, por isso lhe rendeu ser patrona de uma escola municipal na cidade de APODI, situada na zona urbana.
BENTA BRILHANTE DA SILVA, natural de Encanto-RN, nascida a 21 de março de 1932, filha de João Elesbão da Silva e de Marcionila Maria da Conceição, casada com VALDEMIRO URBANO DIAS, natural de Itaú, nascido a 28 de janeiro de 1928 e faleceu em Apodi a 29 de junho de 1976, filho de Francisco Jardim Torres e de Ângela Maia da Conceição, com os seguintes filhos: 1 – ANTONIO TORRES DA SILVA (02/04/1963 – 09/05/1998), casado com CLEUSA MARIA DA COSTA, natural de Apodi, nascida a 20 de agosto de 1961,com os seguintes filhos: AILTON KLAITON TORRES, nascido a 23 de agosto de 1986, Anadson Torres, nascido a 23 de janeiro de 1988 e Antonio Torres da Silva Filho, nascido a 14 de abril de 1998; 2 – VANUSIA HELIA DIAS SILVA CÂMARA, nascida a 25 de novembro de 1969, casada com Augusto da Costa Câmara, natural de Apodi, nascido a 28 de agosto de 1968, filho de José Virgínio Câmara e de Doroteia Maria da Conceição, com uma filha – CINTHYA CIBELLE DA CONCEIÇÃO SILVA CÂMARA, nascida a 14 de abril de 1994 3 - WAGNA HÉLIA DA SILVA DIAS CARLOS, natural de Apodi, nascida a 4 de outubro de 1974, casada com FRANCISCO LINDOMAR CARLOS (11/01/1980), natural de Apodi, filho de JOÃO BATISTA CARLOS (Severiano Melo, 16/1/48) e de NEUZANETE CRISÓSTOMO CARLOS (Portalegre, 17/5/58), mãe de JÚLIA SILVA CARLOS, nascida a 9 de janeiro de 2009
MARIA LENITA MAIA FERREIRA, natural de Apodi, nascida em 24 de março de 1944, filha de José Francisco Maia e de Maria do Carmo Rodrigues. Casou-se em 17 de abril de 1969, com Francisco Ferreira Sobrinho. Lenita foi a quinta mulher de Severiano Melo a conquistar uma cadeira na Câmara Municipal de Severiano Melo, eleita em 1º de outubro de 2000, não conquistou sua reeleição. Atualmente reside na povoação de Malhada Vermelha, neste município.
MARIA DILMA VIANA E CASTRO, natural de Apodi-RN, nascida em 29 de março de 1969, filha de VALDOMIRO PEDRO VIANA, natural de Apodi, nascido em 17 de maio de 1925 e falecido em 2 de junho de 2001, filho de Manoel Pedro Joaquim Viana e de Francisca Antonia de Oliveira e de MARIA FERNANDES DE SOUZA, natural de Apodi, nascida em 25 de dezembro de 1932, filha de Manuel Francisco de Souza Filho e de Sebastiana Gurgel Fernandes. Era casada com o saudoso JOÃO ALVES DE CASTRO, natural de Alexandria-RN, filho de Francisco Curioso de Castro e Valda Alves de Oliveira, mãe dos filhos maykson E marusk. Cursou o primário No Escola Estadual Ferreira pinto e o ensino fundamental e médio na Escola Estadual Professor Antonio Dantas, ambas em Apodi. Gradou-se em História na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Campus Central de Mossoró. Começou seu ofício de educadora em 1980 na Escola Esatadual Ferreira pinto. Em 1990, por méritos próprios foi aprovada em concurso público para o cargo de Professora na área de História, passando a lecionar na Escola Estadual professor Antonio Dantas. Foi diretora das escolas estaduais: professor Antonio Dantas, de 1991 a 1992; Gerson Lopes, de 1995 a 1999, Professora Alvani de Freitas Dias, de 1999 a 2003 e em 2005 foi eleita em eleição direta da Escola Estadual Ferreira Pinto, com 96 por cento dos votos apurados
Vereadora Baía – MARIA QUEIROZ DA SILVA, natural de Grossos, nascida a 30 de março de 1928. Deficiência física de nascença (não tinha pernas nem o braço direito, ela se revelava desprovida de preconceito e era dotada de uma inteligência privilegiada. Em 1949, deixou sua terra natal e indo para a capital do Estado, juntamente com sua família, na tentativa de ingressar no curso ginasial, porém as escolas não aceitavam pessoas deficientes. Após várias tentativas frustradas, consegue ingressar no Atheneu Norte-Rio-Grandense para cursar o primeiro ano ginasial. Após concluir este curso, ingressar na Escola Normal para fazer o curso Pedagógico. No término do curso normal ou pedagógico, a direção da Escola não quis conferir o diploma, alegando a deficiência física. Depois de muita luta conseguiu o tão almejado diploma de professora. O próximo passo seria galgar uma cadeira de mestre nas escolas públicas. As portas lhe são fechadas novamente, pelo mesmo motivo. Desesperada com esta atitude das autoridades do ensino, a recém formada funda o Externato Santa Terezinha, assumindo o cargo de professora e diretora. Em 1967, formou-se em Ciências Econômicas, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Uma particularidade de Maria Queiroz era o seu espírito religioso, participando ativamente das atividades da Igreja. Comandou na Praia de Areia preta, uma campanha de arrecadação de fundo para a reconstrução da Igreja de São Francisco de Assis, tendo deixado a igrejinha até hoje apta para as funções religiosas. Em 1976, candidata-se a Vereadora para a Câmara de Natal, pelo MDB-Movimento Democrático Brasileiro, Partido De Oposição Ao Governo Militar, Obtendo 1.636 Votos, ficando na primeira suplência. Assume o mandato a partir de 4 de novembro de 1978, sendo a primeira mulher a ocupar o cargo de Vereador em Natal. Faleceu a 18 de outubro de 1981, em pleno exercício de suas atividades, após submeter-se a uma cirurgia cardíaca. Maria Queiroz – Baía, como era conhecida, deixou um exemplo de obstinação na superação da deficiência física, estudando, formando-se em universidade, militando na política partidária e lutando pelo bem comum de sua comunidade.
PREFEITAS DA REGIÃO OESTE
Fique sabendo quais foram e são as mulheres prefeita da Região Oeste Potiguar:
ELEIÇÕES DE 05/01/1958
01 – MARTINS – Alzira Carvalho Vilar
ELEIÇÕES DE 03/10/1962 01 – ASSU – Maria Olímpia N. de Oliveira
PREFEITA NOMEADA
05/10/1964
FRUTUOSO GOMES – Osmarina de Oliveira Fernandes. Em 1º de janeiro de 1964 o então governador Aluízio nomeou o senhor Raimundo Belarmino da Fonseca, prefeito interino de Frutuoso Gomes, que governou até 5 de outubro de 1964, quando passou a residir em Mossoró e foi substituído por Dona Osmarina de Oliveira, que governou até 31 de janeiro de 1965, quando passou o cargo para o senhor Vicente Costa dos Santos, primeiro prefeito constitucional de Frutuoso Gomes
ELEIÇÕES DE 15 DE NOVEMBRO DE 1968
01 – JUCURUTU – Maria Clenice de Farias
02 – FRANCISCO DANTAS – Francisca de Assis Campos (DUDU)
ELEIÇÕES DE 15 DE NOVEMBRO DE 1972
01 – ALMINO AFONSO – Geraldina Carlos de Amorim
02 – IPANGUASSU – Maria Eugênia Maceiro Montenegro
03 – LUCRECIA – Albanuza de Freitas
ELEIÇÕES DE 15 DE NOVEMBRO DE 1976
01 – UMARIZAL – Maria da Conceição Dias de Souza
02 – FRUTUOSO GOMES – Antonia Suassuna de Freitas Carlos Vice – Raimunda Dantas de Queiroz
ELEIÇÕES DE 15 DE NOVEMBRO DE 1982
01– JOÃO DIAS – Terezinha de Jesus Silva Veríssimo OBS.: Com a morte do titular, o senhor Francisco Veríssimo de Sá. Em 28 de novembro de 1983, assume em 30 de novembro de 1983, a vice terezinha de Jesus 02 – SÃO MIGUEL – Maria de Lourdes Torquato
03 – TABOLEIRO GRANDE – Maria de Fátima Bessa
ELEIÇÕES DE 15 DE OUTUBRO DE 1988
01 – MOSSORÓ – Rosalba Ciarline Rosado
02 – JOSÉ DA PENHA – Cláudia Alzira Diógenes Marcolino
03 – RIACHO DA CRUZ – Maria Bernadete Rego Gomes
ELEIÇÕES DE 03 DE OUTUBRO DE 1992
01 – ALMINO AFONSO – Ribana Fialo 02 –
ITAÚ – TEREZINHA FERNANDES MAIA SILVA, natural de Itaú, nascida a 17 de julho de 1946, filha de Enock Pinheiro e de Jacira Fernandes Pinheiro, natural de Apodi, nascida a 4 de julho de 1921, filha de Francisco Fernandes da Silva e Maria Joaquina Fernandes OBS.: Dona Terezinha, vice de Clidenor Régis de Melo, com a morte do titular em 1º de julho de 1994, ela assumiu ao cargo 03
– MOSSORÓ – Rosalla Ciarline Rosado – 2ª vez Obs.: Com a morte do prefeito Jerônimo Dix-huit Rosado Maia, em 22 de outubro de 1996, a Vice Sandra Rosado assume a titularidade, se tornando assim a primeira mulher prefeita mossoroense.
04 – TABULEIRO GRANDE – Maria der Fátima Bessa 05 - UMARIZAL – Maria Loreta ELEIÇÕES DE 03 de outubro de 1996
01 – MOSSORÓ - Rosalba Ciarline Rosado
02 – ALTO DO RODRIGUES – Suazana Melo
03 – Cel. JOÃO PESSOA – Cristina Oliveira
04 – JOÃO DIAS – Irene Florêncio de Oliveira
05 – RIACHO DA CRUZ – Maria Bernadete Nunes do Rego
06 – TENENTE ANANIAS – Maria José da Costa Silva
07 – ÁGUA NOVA – Maria Vanda de Souza Pereira Obs.: Com o assassinato do titula, Irosvaldo Ferreira de Carvalho, em 21 de outubro de 1988, a mando do ex-prefeito Aluízio Rego, a vice-prefeita Maria Vanda assume a prefeitura de Água Nova, porém, seu mandato perdurou por pouco tempo, até 1º de março de2000, quando faleceu vítima de acidente de trânsito na RN 233, que faz ligação a Br 304, aos municípios do Oeste Potiguar, a 10 quilômetros da Cidade de Paraú. Com a morte de Maria Vanda, o presidente da Câmara Municipal, Vereador Antonio Nunes Pereira assume a Prefeitura de Água Nova.
ELEIÇÕES DE 01 DE OUTUBRO DE 2000
01 – JOÃO DIAS – Irene Florêncio de Oliveira
02– MOSSORÓ – Rosalba Ciarline Rosado
03 – RIACHO DA CRUZ – Maria Bernadete do Rego
04 – TENENTE ANANIAS – Maria José Jácome da Silva
ELEITAS EM 01 DE OUTUBRO DE 2004
1 – ÁGUA NOVA – Iliêne Maria Ferreira de Carvalho
2 – GOV. DIX-SEPT ROSADO – Lanice Ferreira
3 – MAJOR SALES – Maria Elce Mafaldo de Paiva Fernandes
4 – MARTINS – Maria José
5 – MESSIAS TARGINO – Francisca Shirley Ferreira Targino
6 – MOSSORÓ – Maria de Fátima Rosado Nogueira
7 –PENDÊNCIAS – Avanilda Bezerra da Silva
8 – RAFAEL GODEIRO – Ludmira Carlos Amorim de Araújo
9 – TABOLEIRO GRANDE – Maria Miriam Pinheiro de Paiva
10 – TENENTE ANANIAS – Maira Sarmento da Silva Godeiro
11 – VENHA VER – Maria do Socorro P. Fernandes
12 – VIÇOSA – Maria José Oliveira
ELEITAS EM 2004
1 – ÁGUA NOVA – Iliêne Maria Ferreira de Carvalho - REELEITA
2 – GOV. DIX-SEPT ROSADO – Lanice Ferreira - ELEITA
3 – MAJOR SALES – Maria Elce Mafaldo de Paiva Fernandes
4 – MARTINS – Maria José - ELEITA
5 – MESSIAS TARGINO – Francisca Shirley Ferreira Targino
6 – MOSSORÓ – Maria de Fátima Rosado Nogueira - REELEITA
7 - PATU - EVILÁSIA GILDÊNIA DE OLIVEIRA , Eleita em 1/3/2009 através de ELEIÇÃO COMPLEMENTAR , TOMOU POSSE NO DIA 27 DE MARÇO DE 2009
8 –PENDÊNCIAS – Avanilda Bezerra da Silva - Dida
9– RAFAEL GODEIRO – Ludmira Carlos Amorim de Araújo
10 – TABOLEIRO GRANDE – Maria Miriam Pinheiro de Paiva - REELEITA
11 – TENENTE ANANIAS – Maira Sarmento da Silva Godeiro - ELEITA
12 – VIÇOSA – Maria José Oliveira - REELEITA
AS DEPUTADAS ESTADUAIS
1ª – LINDALVA TORQUATO FERNANDES, posse em 12/01/1955 Lindalva Torquato Fernandes, natural de Luís Gomes (25/05/1923 – 28/06/1996), filha de Gaudêncio Torquato do Rego (12/2/1895 – 22/2/1981) e de Joana Batista de Souza Rego. Ela foi a segunda mulher a exercer um mandato de deputado estadual (19ª Legislatura – 1955/59); como também foi a primeira mulher potiguar a exercer o cargo de presidente do Tribunal de Contas do Estado. Era casado com José Fernandes de Melo, natural de Currais Novos - RN, nascido a 02/03/1917 e falecido a 09/03/2001, filho de Elias Fernandes de Melo e de Maria Pires Fernandes. Com os seguintes filhos: Drª Sônia Maria Fernandes Ferreira, casada com o professor e ex-deputado federal João Faustino Ferreira Neto, natural de Recife, nascido a 16/07/42, filho de Edson Maranhão Ferreira e de Antônia Aurora de Carvalho Ferreira; Dr. Elias Fernandes Neto, atual diretor do DNOCS, casado com Ana Karenina da Silva Fernandes. Deputado estadual, estando atualmente em seu 3º mandato; Drª Nia Maria Fernandes Dutra, casada com o Dr. Carlos Alberto Salustiano Dutra; Dr. Sílvio Fernandes Torquato; e Dr. José Fernandes Filho, casado com Ieda Monteiro Torquato.
2ª – ANA MARIA – Ana Maria efetivamente não foi eleita, mas conquistou a primeira suplência pela legenda do PMDB, com 9.838 votos, no pleito eleitoral de 15 de novembro de 1986, assumindo o mandato na vaga deixada pelo deputado Laire Rosado Filho, quando o mesmo desincompatibilizou-se para disputar a prefeitura de Mossoró, sendo derrotado por uma mulher – Rosalba Ciarline 3ª – Maria Gisenira Diógenes de Freitas Fernandes, eleita em 03/10/1994, com 20.149 votos .
3ª - GIZENIRA FERNANDES, natural de Pau dos Ferros, nascida a 20 de setembro de 1948, advogada, ex-deputada estadual e é casada com o deputado estadual Raimundo Fernandes 4ª – Sandra Rosado, eleita em 4/10/1998, com 19.911 votos
4ª - SANDRA MARIA DA ESCÓSSIA ROSADO, natural de Mossoró, nascida a 23 de maio de 1951, filha de Jerônimo Vingt Rosado Maia e Maria Lourdes da Escossia Rosado, natural de Mossoró, nascida a 17 de abril de 1927, filha de Augusto da Escossia Nogueira e de Maria Jerônimo Rosado. Casada com Lairi Rosado Filho e mãe de Cid Augusto, Vingt Rosado Neto, deputada estadual Larissa Rosado e do vereador e apresentador de televisão Laire Neto. Prefeita de Mossoró, deputada estadual e atual deputada federal, estando em seu segundo mandato 5ª – Ruth Ciarliene, eleita em 4/10/1998, com 19.480 votos, reeleita em 6 de outubro de 2002. Em 2006 não conseguiu sua reeleição
6ª - RUTH ALAÍDE ESCÓSSIA CIARLINE MEDEIROS, natural de Mossoró-RN, nascida a 3 de abril de 1957, filha de Clovis Monteiro Ciarline e de Maria da Conceição da Escossia Ciarline. É casada com Eduardo Dias de Medeiros Neto e mãe de André Luiz Ciarline Chão Costa, nascido a 3 de janeiro de 1984. Cursou o 1º grau no Ginásio Coração de Maria e no Colégio Diocesano Santa Luzia, neste último também iniciou o 2º grau, tendo concluído no Rio de Janeiro. É formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Eleita em 4/10/1998, com 19.480 votos, reeleita em 6 de outubro de 2002. Em 2006 não conseguiu sua reeleição. 6ª – Larissa Rosado, eleita em 6 de outubro de 2002, com 39.144 votos, reeleita em 2006
7ª - LARISSA DANIELA DA ESCÓSSIA ROSADO, natural de Mossoró, nascida a 20 de julho de 1974, filha de Laire Rosado Filho, natural de Mossoró, filho do farmacêutico Jerônimo Lajyre de Medeiros Rosado(18/9/1910 – 23/8/2003) e Francisca Gurgel Frota Rosado; e de SANDRA MARIA DA ESCOSSIA ROSADO, natural de Mossoró, nascida a 23 de maio de 1951. Filha de Jerônimo Vingt Rosado Maia e de Maria de Lourdes Bernadeth da Escossia. Foi apoiada pelo Presidente da República LULA DA SILVA e peça Governadora VILMA DE FARIA, foi a segunda colocada com 46.149 votos, equivalente a 37,44 por cento DEPUTADAS FEDERAIS 01 – Vilma Maia, eleita em 15 de novembro de 1986, com 143.583 votos, campeã de votos, batendo o recorde de votos em todos os tempos no Rio Grande do Norte 2ª – Sandra Rosado
PRIMEIRA GOVERNADORA
Vilma Faria VILMA MARIA DE FARIA, mossoroense, nascida a 17/2/1945, na casa nº 1248, na Avenida Rio Branco, Centro, em frente a antiga Estação Rodoviária e atual Estação das Artes “Elizeu Ventania”. Filha de Morton Maria Faria e de Francisca Sales Paraguai de Faria. Ex-esposa do ex-governador Lavoisier Maia. Em 1983 assumiu a Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social. Em 15/11/86, elegeu-se deputada federal (Constituinte), tendo sido a 1ª mulher potiguar a se eleger deputada federal, com 145 mil votos. Vilma teve atuação destacada na Assembléia Nacional Constituinte, quando foi escrita a atual Constituição Federal, promulgada em 5/10/1988. Em 15/11/1988 elegeu-se primeira mulher prefeita de Natal, cargo para a qual foi eleita novamente em 6/10/96 e reeleita em 1/10/2000. No início de abril de 2002, Vilma de Faria renuncia o cargo de prefeita da capital para disputar o governo do Estado, juntamente com seu companheiro de chapa, o deputado estadual Antônio Jácome (PSB). Para a surpresa dos potiguares, ela nas eleições de 6/10/2002 conquistou a 1ª colocação, vencendo as duas principais oligarquias do Rio Grande do Norte – Alves e Maia, ficando na frente dos candidatos Fernando Freire apoiado pela família Alves e Fernando Bezerra apoiado por José Agripino. No 2º turno, ocorrido em 27/10/2002, a mesma venceu Fernando Freire, com quase 300 mil votos. Nas eleições de 2004, Vilma de Faria sozinha elegeu seu candidato a prefeito de Natal, Carlos Eduardo. Naquele pleito eleitoral se juntam 5 ex-governadores: Aluízio Alves, José Agripino, Garibaldi Alves, Geraldo Melo e Fernando Freire na tentativa de derrotar a nossa governadora, mas todos sofreram uma fragorosa pisa de saia. No pleito eleitoral de 2006, juntamente com seu novo companheiro de chapa Iberé Ferreira de Souza disputou à reeleição concorrendo com o ex-governador Garibaldi Alves, este governador de férias, o derrotou nas urnas, decretando assim, a primeira derrota de Garibaldi Alves. Na próxima eleição será candidata ao mandato de SENADORA. No que diz respeito qual será seu candidato ao governo do Estado, ninguém saberá qual será, na disputa estão IBERÉ FERREIRA, candidato natural por ser seu vice; ROBINSON FARIAS, atual presidente da Assembléia Legislativa e Henrique Alves, deputado federal no décimo mandato: 1970,74,78,82,86,90,94,98,2002 e 2006.
PRIMEIRA SENADORA
ROSALBA CIARLINE ROSADO – Candidato a vice-governadora na chapa encabeçada por Lavoisier Maia, que foram derrotados por seus opositores Garibaldi Alves e Fernando Freire. ROSALBA, natural de Mossoró, nascida a 26/10/1952, filha de Clóvis Monteiro Ciarline e de Maria Conceição da Escóssia. Casada com Carlos Augusto de Souza Rosado, com os seguintes filhos; Karla, Marlos Augusto, Lorena e Carlos Eduardo, Formou-se em medicina, pela UFPB, especializada em Pediatria. Ela foi a primeira representante do sexo feminino a representar o seu povo com um mandato de prefeita, eleita em 15/11/88. Ela ingressa na política quase sem dar conta, na condição de médica, começou a fazer um trabalho muito voltado para a comunidade mossoroense, de apoio a entidade assistenciais, e sempre esteve ao lado do esposo, o ex-deputado estadual Carlos Augusto. Rosalba em 6/10/96 conquista seu 2º mandato, com vitória esplendorosa sobre sua concorrente Sandra Maria Escóssia Rosado 923/5/510, com uma maioria de 36 mil votos. Em 2002, Rosalba vence sua ex-adversária e atual aliada Maria de Fátima Rosado Nogueira – FAFÁ ROSADO (3/3/53), e em 2004, fez sua sucessora na pessoa de Fafá Rosado. Rosalba é a primeira mulher mossoroense a administrar a cidade em 3 mandatos. Rosalba candidata ao senado no pleito eleitoral de 2006, a qual foi eleita, derrotando o todo poderoso senador Fernando Bezerra se tornando assim, a primeira mulher potiguar a exercer o mandato de senadora. No Rio Grande do Norte. Rosalba Ciarline tem tudo para ser a próxima governadora do Rio Grande do Norte. Somente Deus evitará que ela venha ser governadora. Quem viver, verá.
PRIMEIRA VEREADORA EM CADA MUNICÍPIO DA REGIÃO OESTE
01 – ASSU – Maria Olímpia Neves de Oliveira (Maroquinha) – 7/10/1958 02 – ALEXANDRIA – EZILDA Maria de Souza e Maria Aldenise de Souza – 15/11/1976 03 - ÁGUA NOVA – Antonia de Paiva Souza – 15/11/1968 04 – ALMINO AFONSO – Geralcina - 1960 05 – ALTO DO RODRIGUES - 06 – ANTÔNIO MARTINS – Luiza de Mesquita Ferreira – 15/11/1976 07 – APODI - 16 - RAIMUNDA ALVES DA COSTA, natural de Apodi-RN, nascida a 21 de julho de 1921, no sítio Santa Rosa e faleceu em sua terra natal em 13 de fevereiro de 1993, filha de Manuel Pedro Viana e de Francisca Antonia de Oliveira. Era uma das lideranças daquela comunidade, tendo sido a primeira mulher a assumir a Câmara Municipal de Apodi o cargo de vereadora de Apodi. Ela não foi eleita, nas eleições de 1968, e sim, a mesma conquistou a primeira suplência e assumiu a titularidade, deixando este fato para a história do Apodi, já que a primeira mulher a ser eleita em Apodi foi Maria de Fátima, porém, a mesma não é apodiense e sim, de Taboleiro Grande-RN. Era casada com FRANCISCO MOREIRA DE SOUZA, vulgo CHICO SANTINO, natural de Apodi, nascido em 7 de março de 1917, filho de Santino Moreira de Oliveira e de Francisca Cândida de Assis. 08 – AREIA BRANCA – Luiza Emilia Ferreira – 7/10/1962 09 – BARAÚNAS – Rita Maria da Costa – 3/10/1992 10 – CAMPO GRANDE 11 – CARAÚBAS – Rita Fernandes Pimenta – 3/10/1958 12 – CARNAUBAIS – Maria da Salete de Melo e Antonia Rodrigues da Silva – 15/11/1976 13 – CEL JOÃO PESSOA - 14 – DOUTOR SEVERIANO 15 – ENCANTO – Firmina Januário do Rego – 2000 16 – FELIPE GUERRA – Maria Benedita de Souza - 17 – FRANCISCO DANTAS – Francisca Niel Germano – 15/11/1976 18 – FRUTUOSO GOMES – Antonia Salustiana Câmara e Nazaré Fernandes da Cuz – 24/01/1965 19 – GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO – Antônia Edna de Paula – 15/11/1972 20 – GROSSOS – Eziaura Macedo de Oliveira Santos – 15/11/1992 21 – IPANGUASSU – Maria da Paz Horácio da Costa – 15/11/1976 22 – ITAÚ - Edvirges Pinheiro da Silva, natural de Apodi-RN, nascida a 19 de dezembro de 25 de dezembro de 1893. Filha de José Antonio Maia e de Maria pinheiro da Silva. Foi a primeira mulher itauense a representar seu povo com um mandato de vereador. EDUVIRGES PINHEIRO DA SILVA, nasceu na então povoação, posteriormente Vila e atual cidade de Itaú, no município de Apodi a 25 de dezembro de 1893, filha de José Antonio Maia e de Maria Pinheiro da Silva. Casou-se em 1907, com apenas 14 anos de idade, com PEDRO MARTINS DA SILVA, nascido em 25 de julho de 1888, filho de Joaquim Pereira da Silva e Antonia Maria da Conceição. Com os seguintes filhos: 1 – BRAZ PINHEIRO DA SILVA, com os seguintes filhos: Iara Pinheiro da Silva, Franklim Pinheiro da Silva, RAMON Pinheiro da Silva, Sheques Pires da Silva,e Zoraide Pinheiro da Silva . 2 – MARIA BENEDITA BRASIL, nascida em 29 de agosto de 1914. 2 – ANTONIA M. MARTINS DE ALMEIDA, com os seguintes filhos: Mary Dione de Almeida, Antonio Lisboa de Almeida Filho, Rosa Cândida de Almeida. 3 – ARNOBIO PINHEIRO DA SILVA, nascido em 28 de julho de 1915, casada com Estelita Maia Pinheiro, natural de Apodi, nascida em 11 de dezembro de 1921, filha de Fausto Pinheiro da Silva e Maria Ursula de Oliveira, com os seguintes filhos: Maria Ursula Neta de Freitas, nascida em 17 de dezembro de 1945, casada com José Pereira de Freitas, natural de Itaú, nascido em 4 de dezembro de 1938, filho de Francisco Pereira da Silva e Maria Pinheiro de Freitas; Maria Amélia Fernandes, nascida em 11 de novembro de 1953; Maria de Fátima Fernandes Maia, nascida em 2 de fevereiro de 1956; Antonio Pinheiro da Silva, Fausto Pinheiro da Silva Neto, nascido em 22 de setembro de 1948; Maria das Graças Pinheiro, Maria Iara Pinheiro, nascida em 24 de novembro de 1956; Jorge Ivanilson Pinheiro, nascido em 23 de abril de 1964. 4 – JOSÉ ANTONIO NETO, vulgo “ZÉ DO BAR”, natural de Itaú, nascido em 24 de fevereiro de 1934, casado com Maria Soares Gurgel, natural de Itaú, nascida em 18 de junho de 1939, filha de José Soares Campos e Maria Pinheiro Gurgel, com os seguintes filhos: JOÃO DEHON GURGEL PINHEIRO, nascido em 23 de junho de 1966; Dr. JANETO GURGEL PINHEIRO, nascido em 20 de junho de 1968, casado com a Dra. Christianny Cardoso de Souza; JEANE GURGEL PINHEIRO, nascida em 29 de outubro de 1973; e JATIANNE GURGEL PINHEIRO, nascida em 19 de setembro de 1974. 5 - CECILIA MAIA MARTINS, nascida em Itaú-RN, a 22 de novembro de 1928, casou-se em 14 de novembro de 1948, com PEDRO PEREIRA DE ANDRADE, natural de Itaú, nascido em 25 de maio de 1925 e falecido em 5 de julho de 1992, filho de José Pereira de Andrade e Francisca Alves de Andrade, com os seguintes filhos: MARIA DA NATIVIDADE DE ANDRADE LIMA, MARIA NEIZE DE ANDRADE FERNANDES, nascida em 25 de fevereiro de 1952, primeira apodiense a se formar em Juíza de Direito, em 19 de dezembro de 1975, sua primeira comarca foi a de Janduís, criada em 25 de janeiro de 1980, no período de 23 de julho de 1982 a 19 de novembro de 1983; RAIMUNDO NONATO DE ANDRADE (BOLA SETE), nascido em 8 de outubro de 1955, EDUVIRGES PINHEIRO DA SILVA SOUZA (NETA DO CARTÓRIO), nascida em 16 de agosto de 1958, casada com José de Araújo de Souza, nascido em 22 de dezembro de 1952; NEIDE MATILDE DE ANDRADE CORDEIRO, nascida em 14 de março de 1969, viúva do saudoso Luiz Cordeiro dos Reis Filho, natural de PATU-RN, nascido em 11 de março de 1962 e falecido em 4 de janeiro de 2007, filho de Luiz Cordeiro dos Reis e Maria das Dores dos Reis; NIEDJA MARIA DE ANDRADE PAIVA, PEDRO PEREIRA DE ANDRADE JÚNIOR. Dona Cecília concluiu o curso primário na Escola do Sítio Jesusalém. Em 1952 assumiu a gerência do Cartório Único de Itaú e em 1955 foi efetivada como escrivão do mesmo. Em agosto de 1972, mudou-se para Apodi e fixou residência. Seu trabalho continua durante 36 anos no Primeiro Cartório Judiciário de Apodi, a qual se aposentou em 1988, passando o cargo para sua filha Edwirges Pinheiro. 7 - IRENE MAIA MARTINS, com os seguintes filhos: MARIA DA CONCEIÇÃO MARTINS e SILVA, MARIA APARECIDA MARTINS DE SOUZA e MARIA IVANILDE MARTINS DE SOUZA 23 – ITAJÁ – Maria Dilva Dalva dos Santos, Maria do Socorro Dantas da Silva e Noemia Xavier da Silva, eleitas em 3 de outubro de 1996, na primeira legislatura 24 – JANDUÍS - 25 – JOÃO DIAS – ODISIA Maria da Silva – 15/11/1976 26– JOSÉ DA PENHA 27 – JUCURUTU – Helena Ferreira de Figueiredo 15/11/1976 28 – LUCRÉCIA – Terezinha Carlos de Oliveira. Com 39 votos e Francisca Maria da Conceição Cavalcante , com 36 votos– 15/11/1976 29 – LUÍS GOMES 30 – MAJOR SALES – Maria das Graças da Conceição Lima – 3/10/1996 31 – MARCELINO VIEIRA – Laura Fernandes de Queiroz e Evllazia Aenoud de Medeiros – 15/11/1972 32 – MARTINS – Helena Barreto de Spuza – 15/11/1976 33 – MESSIAS TARGINO- Hilda Targino Azevedo – 15/11/1976 34 – M O S S O R Ó – Heloisa Leão – 7/10/1962 35– OLHO D’ÁGUA DO BORGES 36 – PARANA – Luiza Gomes de Morais – 15/11/1976 37 – PARAÚ – Maria das Dores Barreira, com 203 votos; Raimundo Oliveira, com 166 votos e Laurita Soares Afonso, com 85 votos 38 – PATU – LIZENIR Moura – 5/01/1958 39 – PAU DOS FERROS – Joana Cacilda de Bessa, eleita em 2/9/1928 e tomou posse em 2 de fevereiro de 1929, primeira mulher potiguar eleita para o cargo de intendente, hoje vereador 40 – PENDÊNCIAS – Maria Vilany Miranda Pinheiro Bezerra, com 282 votos e Maria Alzenir Teixeira de Medeiros, com 215 votos – 15/11/1976 41 – POLÕES – Maria Salete da Silva, com 84 votos – 15/11/1976 42 – PORTALEGRE 2 – LUZIA DA COSTA CAVALCANTE, eleita em 15/11/1976. Com 180 VOTOS.natutal de Portalegre, nascida 4 de novembro de 1936, filha de Joaquim Otaviano da Costa e de Vital Maia de Hesus, casada com Antonio Crisostomo Cavalcante, natural de Portalegre, nascido a 13 de abril de 1930, filho de Júlio Ferreira Cavalcante e de Febrina Nunes Cavalcante, com os seguintes filhos: VERÔNICA, CONSUELA, CLEIDE, IVETE, CLÁUDIO, HÉLIO, ANTONIO FILHO, JÚLIO FEREIRA, FRANCISCA COSTA e JOAQUIM 6 – FELISBELA RODRIGUES CAVALCANTE, eleita em 15/11/1976, com176 VOTOS, natural de Portalegre, nascida a 20 de novembro de 1931, filha de João Masculino Pinto e de Maria Joaquina Rodrigues, casada com Francisco Ferreira Cavalcante, conhecido popularmente por CHICO GERMANO (09/08/1928 – 04/04/1965), filho de Pedro Ferreira Cvalcante e Saturnina Maria Ferreira, mãe de quatro filhos: LUIZ ANTONIO CAVALCANTE (13/02/1956), JOANA D’ARC CAVALCANTE (19/2/1958), FRANCISCO FERREIRA CAVALCANTE FILHO (03/08/1959) e MARIA BERNADETE CAVALCANTE (30/03/1962) 44 – PORTO DO MANGUE – Francisca das Chagas Gomes de Andrade, Maria Cícera de Almeida e Maia e Maria Zélia Pinto da Silva – 03/10/1996 45 – RAFAEL FERNANDES – Cícera Anastácia Ferreira, com 69 votos e Francisca Ferreira de Sena, com 60 votos – 15/11/1976 46 – RAFAEL GODEIRO 47 – RIACHO DA CRUZ – Eliete Pereira de Souza Paiva e Maria Fernandes – 15/11/1976 48 – RIACHO DE SANTANA - 49 – RODOLFO FERNANDES – Sebastiana Maria Cavalcante, com 167 votod – 15/11/1976 50 – SÃO FRANCISCO DO OESTE – Rita Lima de Souza, com 55 votos – 15/11/1976 51 – SÃO MIGUEL 52 – SERRA DO MEL – Ozaide Cordeiro Torres – 3/10/1992 53 – SERRINHA DOS PINTOS – Maria Geraldino de Fátima – 3/10/1992 54 – SEVERIANO MELO – Maria Holanda Sobrinha –“MARIINHA”, 25/1/1965 - MARIA HOLANDA SOBRINHA, vulgo “MARIINHA”, NATURAL DE Apodi, nascida na povoação de Santo Antonio, nascida a 10 de maio de 1929, filha de Antero Martins da Costa e de Maria das Dores Holanda Cavalcante. Casada com Francisco Holanda Cavalcante 55 – TABOLEIRO GRANDE – Joana Alves Bessa, com 53 votos e Maria de Lourdes Saores, com 36 votos – 15/11/1976 56 – TENENTE ANANIAS – Sônia Maria Tavares da Silva, com 233 votos – 15/11/1976 57 – TIBAU – Marinalva Andrade do Nascimento – 3/10/1992 58 – TRIUNFO POTIGUAR – Joselene Souza de Medeiros – 3/10/1996 59 – UMARIZAL – Maria Vilma Barbosa, com 239 votos e Maria Lindalva de Oliveira e Silva, com 246 votos – 15/11/1976 60 – UPANEMA – Antonia Auta Bezerra de Mendonça – 15/11/1968 - Francisca Carlos de Araújo, com 264 votos e Maria Lindalva de Oliveira e Silva, com 246 votos – 15/11/1976 61 – VENHA-VER – Josefa Edilza Alves de Carvalho – 01/10/2002 62 - VIÇOSA 1ª IRENE MARIA DA CONCEIÇÃO, 24/01/1965 2ª - RAIMUNDA PINTO RODRIGUES, 24/01/19653 3ª ANTONIA MARIA DE OLIVEIRA – 24/01/1965

GRANDE TRANSFORMAÇÃO DAS MULHERES
Casa, marido e filhos para criar. A partir da década de 60 diversas transformações mudaram significativamente a situação da mulher perante a outrora sociedade patriarcal. De lá para cá elas saíram da simples condição de donas de casa para compartilhar tarefas antes facultadas apenas ao sexo oposto. Houve avanços consideráveis na relação homem-mulher. Com o advento da pílula contraceptiva nos idos de 60, a entrada maciça da mulher no mercado de trabalho e a maneira como passaram a ser educadas impulsionou a chamada Revolução Sexual. Tais elementos foram fundamentais para que uma nova postura menos sexista passasse a ser adotada, e hoje, aquele que não adaptar-se a verdadeira realidade vai sofrer fortes conseqüências, a começar pelo stresse e se não cai na real, será punido pela Lei Maria da Pena. A maioria de meus colegas me tacha de otário, haja vista ser eu um dos poucos a liberar totalmente a mulher, faço isto, primeiro porque para se saber se o passarinho volta à gaiola, primeiramente você terá que deixar a porta aberta; segundo, se a mulher pode ir até seus limites, e se você não deixa-a ir nem sequer na metade, como se saberá se ela vai ultrapassar seus limites; terceiro, caso ela ultrapasse seus limites, já disse tudo, não será digna de ser sua companheira, e de imediato procure outra, e por cima, mais novas, apesar, quem sabe, seja pior que a ex, mais tudo bem, o importante é a nova convivência, com novas aventuras e esperar o tempo que venha perdurar o novo amor. O amor é eterno enquanto dure, Sou a favor do ditado popular: UMA É POUCO, DUAS É BOM E TRÊS É DEMAIS, porém, para uma época só, mas o homem que no mínimo não relacionar sexualmente com no mínimo 100 mulheres com certeza será um leigo referente a mulher. Assim sendo, com certeza sou um pós-graduado. Hoje estou em fim de carreira, mesmo que ainda pudesse se aventurar, pela minha idade, não aceitaria uma nova mulher, a não ser, se o destino o assim determinasse-me. Ninguém pode ser adverso do destino. Não hé?
O PODER DAS MULHERES DO OESTE POTIGUAR
31/08/1875 -
MOTIM DAS MULHERES EM MOSSORÓ Em 26 de setembro de 1874, durante o conturbado período vivido pelo Segundo Reinado, o Gabinete do Visconde do Rio Branco (ilustração), então presidente do Conselho de Ministros, sancionou a Lei 2.556, estabelecendo que a partir de 1º de agosto de 1875, as juntas de alistamento iniciariam em todo o Império brasileiro o recrutamento para o Exército e a Armada através de sorteio, substituindo dessa forma o sistema vigorante. A lei determinava que o alistamento militar e o sorteio alcançariam os homens livres e libertos com idade entre 19 e 30 anos, especificando que os voluntários e os designados pelo sorteio serviriam seis anos, enquanto que os refratários teriam o seu termo de serviço alongado para oito anos. A lei também permitia, em tempo de paz, tanto a substituição pessoal quanto a comutação pecuniária. Das especificações da lei constava que as juntas de alistamento seriam formadas pelo juiz de paz, pelo subdelegado e pelo pároco de cada localidade, prevendo que no caso de discordância quanto às convocações, elas seriam revistas, com as respectivas reclamações, por uma junta de revisão nas sedes das comarcas. Os contingentes anuais da Corte e das províncias seriam fixados na proporção dos indivíduos apurados. sorteados na razão do triplo do contingente estabelecido. Tanto o número como a variedade das isenções permitidas em lei, foram reduzidas drasticamente, e as tradicionais, como a dos casados, desapareceram. A nova lei, combinada com a reforma da Guarda Nacional de 1873, alterou também radicalmente as relações do Exército com a corporação: a Guarda seria objeto de um realistamento geral, perdia suas atribuições de polícia, e não constituía mais isenção ao recrutamento. Indignada com a edição da nova lei, a população reagiu quando as juntas de alistamento foram instaladas, e de forma tão veemente que surpreendeu o governo. Em várias províncias do Império, multidões de homens e mulheres investiram decididamente contra os postos de recrutamento instalados no adro das igrejas, no afã de destruir os papéis que nomeavam compulsoriamente os convocados. Temeroso das repercussões, o governo imperial retrocedeu e adiou para data posterior a realização do sorteio. No entanto, novas tentativas de implementação da lei, nos anos subseqüentes, seriam também impedidas pela reação popular. Uma dessas manifestações aconteceu em Mossoró, Rio Grande do Norte. No dia 31 de agosto de 1875, 300 mulheres saíram às ruas em protesto contra a convocação de seus filhos. Elas invadiram o cartório militar, rasgaram as fichas de alistamento, e ao saírem em passeata pelas ruas, conclamando o apoio popular à sua causa, se viram compelidas a enfrentar a repressão policial armadas tão somente com utensílios domésticos que traziam de casa. Sobre esse episódio de doce, mas exacerbado amor materno, o jornal “O Mossoerense”, daquela cidade, publicou matéria intitulada “Dona Ana de Tal”, cujo texto é o seguinte: Em 31 de agosto de 1875, numa segunda-feira, Mossoró viveu o mais esdrúxulo de seus movimentos libertadores, que foi o ‘Motim das Mulheres’. Naquela data, cerca de trezentas mulheres saíram às ruas em passeata, com o objetivo de protestar contra a obrigatoriedade do alistamento militar. Tudo começou quando o Gabinete do Visconde do Rio Branco aprovou o regulamento do recrutamento para o Exército e a Armada”. Esse regulamento tevê repercussão desfavorável na província do Rio Grande do Norte, onde várias comunidades se levantaram em sinal de protesto. Ninguém desejava que seus filhos fossem apanhados para o serviço militar, notadamente quando era sabido das intenções dos chefes políticos dominantes em darem sua preferência a filhos de adversários, como estava acontecendo em Mossoró. Desse modo, tomando conhecimento dos levantes que estavam acontecendo em outros municípios, as mulheres mossoroenses promoveram uma manifestação e conseqüente passeata pelas ruas da cidade, rasgando os editais afixados na Igreja Matriz de Santa Luzia e dirigindo-se à casa do escrivão do Juiz de Paz, de quem tomaram e rasgaram o livro e papéis relativos ao alistamento. Partiram depois para a redação do jornal “O Mossoerense”, onde destruíram cópias dos mesmos que ali estavam para serem publicadas. Concluída a tarefa de destruição dos editais, as revoltosas partiram para a praça da Liberdade, onde entraram em choque corporal com um grupo de soldados da Força Pública que ali estavam para dominar a rebelião. Algumas saíram feridas, não se agravando mais o movimento graças a interferência de pessoas neutras que foram ajudar a acabar com a confusão. Encabeçando o movimento estava Ana Floriano, uma mulher forte, de olhos azuis, cabelos louros e estatura considerada acima do normal para o seu sexo, juntamente dom Da. Maria Filgueira, esposa do capitão Antônio Secundes Vieira, e Da. Joaquina Maria de Góis, mãe do historiador Francisco Fausto de Souza. Logo após o movimento, o Juiz de Direito, Dr. João Antônio Rodrigues, comunicou o fato ao presidente da província, bacharel João Bernardo Galvão Alcanforado Junior, que mandou instaurar inquérito contra a promotora do motim das mulheres, cuja peça processual desapareceu do arquivo do Departamento de Segurança Pública. Em seu depoimento, o dr. João Antônio Rodrigues afirma que o movimento com um número de cinqüenta a cem mulheres, e que as mesmas eram lideradas por Maria Filgueira, mulher do capitão Antônio Filgueira Secundes, 3º suplente de juiz municipal deste Termo, juntamente com Joaquina de Tal e Ana de Tal, que mal aconselhadas por seus maridos e parentes, cometeram o criminoso ato. O referido juiz não admitia que o movimento tivesse partido das mulheres, e sim do capitão Antônio Filgueira Secundes, seu adversário político, que assim procedera para lhe prejudicar. Quanto ao numero de revoltosas? ‘De cinqüenta a cem mulheres’, foi o que ele disse para diminuir a gravidade do movimento. E quanto a Ana de Tal, tratava-se de Ana Floriano, assim chamada por ser esposa de Floriano da Rocha Nogueira, pais do jornalista Jeremias da Rocha Nogueira, diretor-proprietário do jornal “O Mossoerense

27/10/1927
- PRIMEIRO VOTO FEMININO
O direito ao voto feminino começou aqui, com a professora Celina Guimarães Viana, natural de Natal, nascida a 15 de novembro de 1890 e faleceu em Belo Horizonte-MG, 11 de julho de 1975, era casada com o professor Elizeu Viana, a primeira brasileira a votar, em 1927. Depois de cursar a Escola Norma de Natal, Celina casou-se com Eliseu de Oliveira Viana e o casal foi morar em Acari, região do Seridó, onde ensinou no grupo escolar do município. Em 1922, Celina e o marido foram para Mossoró e ela passou a lecionar desenho na Escola Normal Uma mulher batalhadora, antes de tudo uma mulher forte, determinada. Assim relatam os historiadores de Mossoró sobre a personalidade marcante e histórica da primeira eleitora do Estado, do país e da América Latina, a professora Celina Guimarães Viana. Em 5 de abril de 1927, Celina depositou na urna o seu voto se tornando a primeira eleitora na cidade de Mossoró e ainda hoje esse pioneirismo é relembrado como fato marcante para a cidade. No entanto, mesmo sendo um fato de grande importância para a história, poucos são os relatos nacionais que fazem referência a Celina Guimarães como a primeira eleitora, a desafiar os costumes de uma época com o aval da Justiça de Mossoró. Segundo o pesquisador Geraldo Maia, atualmente quase não se faz referências a Celina como a primeira mulher a votar na América Latina e este posto vem sendo dedicado a outras mulheres. De acordo com Geraldo, a polêmica inicial gerada em torno do primeiro voto teria sido que a façanha fora creditada a uma mineira. Mas recentemente uma publicação da revista IstoÉ teria concedido o pioneirismo que pertence a Celina a um paulista, apesar de serem datas posteriores ao voto de 1927 em Mossoró. No entanto, para Geraldo, o que mais instiga é o fato de que as publicações sequer citam a existência da norte-riograndense Celina Guimarães. "O pioneirismo é de Celina Guimarães, não há contestação. No entanto, essa posição é motivo de polêmica pelo Brasil afora e como não há um interesse dos familiares de Celina ou mesmo da cidade de Mossoró de esclarecer isso comprovadamente, isso vai passando e de certa forma pelo Brasil poucos sabem que Celina Guimarães foi a pioneira", explica Geraldo Maia, associando também o fato deste pioneirismo ter ocorrido numa cidade de interior do RN, no Nordeste, onde a divulgação dos fatos históricos está mais distantes da região dos grandes centros como é o caso dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Apesar disso, Geraldo Maia acredita que hoje, quando se celebra os 75 anos do primeiro voto feminino, a cidade poderia lutar para que o nome de Celina chegasse a um conhecimento maior, até porque Mossoró tem o voto de Celina Guimarães como uma verdadeira bandeira do pioneirismo histórico da cidade. Celina Guimarães Viana faleceu em Belo Horizonte, no dia 11 de julho de 1972. "A família não tem interesse de esclarecer, mas o município e nós pesquisadores devemos esclarecer e defender esse pioneirismo que pertence a Celina Guimarães e a Mossoró", ressalta o pesquisador. Celina não planejou ser a primeira eleitora O pouco interesse da família de Celina em defender o seu pioneirismo tem por trás uma mágoa, segundo relata o pesquisador Geraldo Maia. Ele explica que a mágoa está no fato de que Celina entrou para a história por um fato circunstancial, já que jamais imaginava ser a primeira eleitora. "No entanto, Celina Guimarães foi pioneira em muitas outras coisas na sua época e só falam dela em relação ao voto. Esta é uma mágoa que os familiares têm e que acham que ela deveria ser lembrada por outras coisas importantes. Esquecemos, muitas vezes, de lembrar a grande profissional que ela foi no campo da educação de jovens, qualidade essa que fez com que o seu nome fosse inscrito no Livro de Honra da Instrução Pública, o que significava, na época, o reconhecimento pelos bons serviços prestados ao Estado do Rio Grande do Norte", explica Geraldo. O pesquisador relata uma das histórias da época em que Celina ensinou os jovens mossoroenses a jogar futebol. Para ensinar, já que ninguém sabia como jogar, ela teria traduzido as regras do inglês e até mesmo apitado um jogo com os jovens em um campo cheio de homens. "Isso mostrava que Celina era uma mulher ativa para a sua época e tinha o apoio do seu marido, Eliseu Viana, que foi quem pediu para que ela ensinasse futebol aos meninos", explica Geraldo Maia. Relatos sobre o primeiro voto feminino Sancionada pelo governador José Augusto Bezerra de Medeiros, regulamentando o Serviço Eleitoral no Estado do Rio Grande do Norte, a Lei de nº 660, de 25 de outubro de 1927, estabelecia não mais haver "distinção de sexo" para o exercício do sufrágio eleitoral e condições de elegibilidade. O projeto que alterava a lei ordinária foi de autoria do deputado mossoroense Adauto Câmara, que o apresentou na Assembléia Legislativa com aprovação unânime. E foi com base nessa lei que a 25 de novembro do mesmo ano a professora Celina Guimarães Viana requereu sua inclusão no alistamento eleitoral. Seu requerimento preencheu todas as exigências da lei e nesse mesmo dia, verificados os documentos que o acompanhava, exarou o Dr. Israel Ferreira Nunes, então juiz eleitoral de Mossoró, em substituição ao Dr. Eufrásio de Oliveira, seu jurídico despacho, mandando incluir o nome da requerente na lista geral de eleitores deste município. Coube, portanto, à D. Celina Guimarães Viana a condição de primeira eleitora não só deste Estado como do País e de toda América Latina. Quanto a questão do primeiro voto feminino, vale salientar que não foi D. Celina a primeira mulher a requerer a sua inclusão no alistamento eleitoral. Quem o fez foi a professora Júlia Alves Barbosa, que era catedrática da Escola Normal de Natal, em 24 de novembro de 1927. Teve, todavia, deferimento retardado pelo juiz Manuel Xavier da Cunha Montenegro, da 1ª Vara da capital, dada a condição de solteira da requerente, somente despachado e publicado pelo Diário Oficial do Estado em data de 1º de dezembro. Dessa forma, coube à D. Celina o pioneirismo.
OS 82 ANOS DO VOTO DE SAIAS NO BRASIL
No dia 25 de outubro de 1927, pela Lei estadual nº 660, as mulheres brasileiras puderam, pela primeira vez, no Rio Grande do Norte, ter reconhecido o direito de votar e serem votadas. O Artigo 77 das Disposições Gerais do Capítulo XII da referida lei determinava: “No Rio Grande do Norte poderão votar e ser votados, sem distincção de sexos, todos os cidadãos que reunirem as condições exigidas por esta lei”1. Era governador do estado José Augusto Bezerra de Medeiros, que seria substituído na administração estadual por Juvenal Lamartine de Faria no ano de 1928. Ambos eram líderes políticos do sertão inseridos nas relações oligárquicas da República Velha. Essa abertura política conferida às mulheres no Rio Grande do Norte é resultante das reivindicações feministas por igualdade social lideradas em âmbito nacional pela bióloga paulista Bertha Lutz (1894-1976). Ela se tornaria, a partir de 1918, “[...] uma das mais expressivas lideranças feministas na campanha pelo voto feminino e pela igualdade de direitos entre homens e mulheres no Brasil”. Foi através do contato com Bertha Lutz no Congresso Nacional que Juvenal Lamartine, deputado federal pelo Rio Grande do Norte no período entre 1906 e 1926, apresentou como uma das propostas da sua plataforma de governo a intenção de contar “[...] com o concurso [voto] da mulher [...] na escolha daqueles que vêm representar o povo [...] e elaboram e votam a lei”2. As mulheres norte-rio-grandenses não estavam totalmente inseridas no contexto nacional de reivindicações por igualdade de direitos entre homens e mulheres, mas também não estavam alijadas desse processo. A tomada de consciência ocorreu quando as mulheres potiguares se tornaram pioneiras de uma importante conquista política e cidadã na história da América do Sul: o direito de poderem votar e serem votadas para cargos públicos eletivos. No mesmo ano de 1927, de acordo com a professora Maria do Nascimento Bezerra, um mês após a publicação da Lei nº 660, na cidade de Mossoró, a professora Celina Guimaraães Viana, aos 29 anos de idade, “[...] após encaminhar bem-sucedida petição reivindicando sua inclusão no rol de eleitores [...]”3 daquele município, tornou-se a primeira mulher habilitada a votar na América do Sul. Mas Celina Guimarães não foi a única a solicitar o direito a voto no Rio Grande do Norte naquele ano. Júlia Alves Barbosa, em Natal, fez a solicitação no mesmo dia que Celina, 27 de novembro, e teve o pedido atendido dois dias depois, enquanto o desta foi atendido no mesmo dia. É importante salientar ainda, segundo informa Rachel Soihet, que já na primeira década do século XX as mulheres reivindicavam o direito de voto. As pioneiras foram a advogada Myrthes de Campos, primeira mulher a ingressar na Ordem dos Advogados do Brasil e a professora Leolinda Daltro, fundadora do Partido Republicano Feminino em 1910. Ambas tiveram os pedidos negados, apesar de terem se baseado nos Artigos 69, 70 e 72 da primeira Constituição Republicana do Brasil de 1891 e no Código Eleitoral vigente desde 1904 que, além de não excluírem em seus textos as mulheres dos conceitos de cidadania e das condições de elegibilidade, asseguravam a todos a igualdade de direitos4. Apesar de, do ponto de vista eleitoral, o estado do Rio Grande do Norte ter reconhecido esta igualdade, faltava, porém, a concretização do “voto de saias”, o que ocorreu nas eleições municipais realizadas no dia 05 de abril de 1928. Em Natal votaram Antônia Fontoura, Carolina Wanderley, Júlia Barbosa e Lourdes Lamartine. Em Mossoró, além de Celina Guimarães, votaram Beatriz Leite e Eliza da Rocha Gurgel. Em Apodi as primeiras eleitoras foram Maria Salomé Diógenes e Hilda Lopes de Oliveira. Em Pau dos Ferros, Carolina Fernandes Negreiros, Clotilde Ramalho, Francisca Dantas e Joana Cacilda Bessa. Ainda em Caicó e Acari, respectivamente, Júlia Medeiros e Martha Medeiros. Além de votar, algumas mulheres, a exemplo de Júlia Alves Barbosa em Natal e Joana Cacilda de Bessa em Pau dos Ferros, foram também eleitas para o cargo de intendente municipal, equivalente a vereador atualmente.5 Ao interpretar a Constituição e o Código Eleitoral, o Congresso Estadual do Rio Grande do Norte, ainda no ano de 1927, favoreceu a ampliação das reivindicações pelo direito de voto e elegibilidade às mulheres em outros estados da federação, o que viria a acontecer efetivamente na década seguinte. Entrementes, num país cujas instituições republicanas ainda engatinhavam, era preciso garantir e consolidar o direito de voto das mulheres. Para tanto, foi criada em agosto de 1928 a Associação de Eleitoras Norte-Riograndenses, filiada à Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, fundada e coordenada nacionalmente por Bertha Lutz. A associação objetivava “[...] coordenar e orientar os esforços da mulher norte-riograndense, no sentido de elevar-lhe o nível de cultura e tornar-lhe mais efficiente a actuação na vida doméstica, social e política.”M6. O propósito dessa agremiação estava em consonância com a proposta de Bertha Lutz, que “[...] propunha a formação de associações, imprescindíveis para funcionarem como elementos de pressão e para fazer frente às reações surgidas, garantindo ‘o êxito no rompimento dos tabus e preconceitos relativos à libertação da mulher’”7. Nesse mesmo ano de 1928 Bertha Lutz fez uma visita ao Rio Grande do Norte e além de ter influenciado a fundação da associação de eleitoras, promoveu também a candidatura de Luiza Alzira Soriano à prefeitura de Lajes. Juntamente com Juvenal Lamartine, governador do estado, Bertha Lutz fez uma visita ao “coronel” Miguel Teixeira de Vasconcelos, pai de Alzira, que à época, estava com 31 anos. “Esta é a mulher que estamos procurando”, teria dito Bertha Lutz à Juvenal Lamartine, afirma Heloiza Souza8. Alzira Soriano se tornou a primeira prefeita eleita da América do Sul na cidade de Lajes, com 60% dos votos válidos. Considerando as prováveis palavras de Bertha Lutz, acima destacadas, a eleição de Alzira Soriano, bem como o pioneirismo do direito de voto conferido às mulheres no Rio Grande do Norte representaram – e representam até o presente – fatos decisivos na luta por cidadania e igualdade de direitos entre homens e mulheres no Brasil. Essas conquistas seriam institucionalizadas nos primeiros anos do governo de Getúlio Vargas, através do Código Eleitoral de 1932, pelo Decreto nº 21.076, que permitiu o voto feminino em todo o território nacional, o que veio a consolidar-se na Constituição de 1934. Não deve-se, porém, confundir direito de voto e elegibilidade com igualdade de direitos e cidadania plena para todas as mulheres brasileiras. Essas reivindicações ecoavam de uma parcela da população feminina esclarecida, alfabetizada, da classe média. A maioria das mulheres do país, pobres e analfabetas, continuavam sem acesso a direitos mínimos e sem cidadania plena. Para elas, o voto não representava muito. Desde que soubessem assinar o nome, mais importante seria justificar o poder político dos coronéis em troca de trabalho nas plantações de café ou de um litro de leite para minimizar a fome. Entretanto, as mulheres norte-rio-grandenses estiveram na vanguarda das conquistas políticas feministas no Brasil. Não foram, porém, as pioneiras do discurso libertário. É preciso compreender aquele momento político sob a ótica de um contexto histórico que favoreceu a ascensão das mulheres potiguares no cenário nacional. Vivia-se no Brasil da República Velha, do sistema coronelístico-oligárquico; a sociedade era moldada pelos padrões aristocráticos, mas a plástica, a sutileza e a sensibilidade das mulheres, conferiam um ar mais delicado e sutil na vida pública e na sociedade brasileiras, desprendendo, pelas vias políticas e pacíficas, as amarras sob as quais viviam as mulheres na vida doméstica sob o julgo dos seus senhores e maridos. A AFLAM-Academia Feminina de Letras e Artes Mossoroense, fundada no dia 17 de agosto de 2007, por um grupo de 36 mulheres : escritoras, pesquisadoras, jornalistas, artistas, musicistas, artistas plásticas e atrizes, com intuito de garantir e ampliar e fortalecer a atuação feminina em Mossoró, para que as expressões tenham o seu valor reconhecido. A Aflam segue a tradição da altiva Academia Francesa de Letras A idéia de criar a Aflam foi amadurecida por mais de um ano e só foi levada adiante porque recebeu apoio da Amol-Academia Mossoroense de Letras, do ICOP-Instituto Cultural do Oeste Potiguar eoutras entidades como a APOEMAS-Associação de Poemas e Prosadores de Mossoró. Cada acadêmica tem um patrono e usa fardão em eventos solenes e medalhões com escudo próprio. Ale, da variedade de formação, outra curiosidade da Aflam é a idade das acadêmicas que varia de 24 a 95 anos. Poucas instituições de imortalidades literária aceitam pessoas tão novas como imortais. Nas grandes academias de letras, a idade mínima para se tornar um membro é de 35 anos. No Estado do Rio Grande do Norte, apenas Natal e Mossoró tem Academia Feminina de Letras São pessoas de reconhecido valor e de grande contribuição para a cultura da cidade de Mossoró, por isso foram convidadas pela presidente Maria de Fátima.
AS IMORTAIS DE MOSSORÓ
01 – Maria Fátima de Castro – Poetisa
02 – Maria da Conceição Maciel – escritora
03 – Symara Tâmara – escritora
04 – Goreth Medeiros – escritora
05 – Maria Goreth Serra –poetisa
06 – Railma Rodrigues – escritora
07 – Helenita Castro Soares – escritora 08 – Telma Gurgel – escritora
09 – Francisca Lenilda – atriz
10 – Socorro Fernandes – poetisa
11 – Maria José de Araújo – poetisa 12 – Taniamá Vieira – escritora
13 – Salete Fernandes – escritora
14 – Izaura Ester – biógrafa A solenidade será realizada.
15 – América Fernandes Rosado Maia – ESCRITORA E HOSTORIADORA, natural de Gi-Mirim-MG, nascida em 12 de março de 1922, filha do farmacêutico Américo Brasil Fernandes, filho de Cornélio Fernandes e Presciliana Fernandes e da professora Ester Pereira Fernandes, filha de Francisco Sales Pereira e Escolástica Cândida Pereira. Casada com o saudoso JERÔNIMO VINGT-UN ROSADO MAIA, natural de Mossoró, nascido às 21 horas do dia 25 de setembro de 1920 e faleceu em 21 de dezembro de 2005. A professora América tomará posse no dia 13 de março, em sessão realizada em Mossoró, no auditório Dorian Jorge Freire, da Estação das Artes Elizeu Ventania, a primeira a ser feita fora da sede, em Natal, a cadeira número 38, que tem como patrono Luiz Antônio, anteriormente ocupada pelos acadêmicos José Tavares e Vingt-un Rosado
16 – Marieta Lima – artista plástica
17 – Maria Freire da Costa – artista plástica 18 – Salomé de Moura – escritora
19 – Ângela Maria Cunha – escritora
20 – Maria Lúcia Escóssia – pesquisadora e atriz
21 – Ivonete de Paula - - jornalista e atriz 22 – Toni Silva – atriz 23 – Joriana Freitas – atriz
24 - Íris Manoela Manoela – musicista
25 – Noura Aires – artista plástica 26 – Isabel Aires – artrísta plástica
27 – Laércia Maria – artista plástica
28 – Suzana Gorette Lima Laerte – pesquisadora e escritora
29 – Margareth Freire de Souza – poetisa
30 – Silvana Alves – poetisa
31 – Maria pereira – poetisa
32 – Vanja Reis –poetisa
33 – Clésia da Rocha Barreto – bailarina
34 – Cláudia Alves – musicista 35 – Gláucia Russo = atriz
36 – Izaíra Thalita – jornalista
37 – Marieta Lima – artista plástico
As imortais da Aflam receberam diplomas e tomaram posse em suas respectivas cadeiras às 19 horas do dia 29 de novembro de 2007-quinta-feira, na Estação das Artes Elizeu Ventania. A solenidade foi prestigiada por representantes de entidades culturais, como a Academia de Letras de Apodi, Academia Feminina de Letras de Natal, Academia de Letras e Artes do Ceará entre outras entidades culturais convidadas, cuja solenidade foi presidida pela presidente da Aflam, Fa´tima Cabral. A programação constou de entrega de diplomas das acadêmicas e a defesa da primeira patrona , professora Elza Sena. Pela acadêmica Ângela Mara Cunha de Medeiros de Medeiros, que fez o lançamento do livro “Arremedo à Imortalidade”, sobre a homenageada. Foi apresentada a logomarca da entidade idealizada pelo artista Edinaldo, com o slogan “Semeando a Igualdade”. Elza Sena, professora e desenvolveu um trabalho excelente na educação, buscando meios de garantir cultura aos jovens estudantes das escolas públicas. Ela foi uma professora excelente, com trabalho reconhecido no Nordeste e teve diploma em tudo que é canto. “Uma pessoa de uma cultura extraordinária”. O LIVRO TEM 50 PÁGINAS E REÚNE INFORMAÇÕES E PESQUISAS DAS AGENDAS DE ANOTAÇÕES DE ELZA SENA. Ela tinha 29 agendas, mas somente nove foram encontradas. O trabalho mostra o que a professora fez Primeira Diretoria da AFLAM ficou assim constituída: Presidente Maria Fátima de Castro, Vice-presidente Maria da Conceição Maciel, 1ª Secretária Symara Tâmara Fernandes Carlos, 2ª Secretária Maria Goretti Medeiros Filgueira, 1ª Tesoureira Maria Goreth Serra de Sousa, 2ª tesoureira, Railma Rodrigues Nunes, 1ª Oradora Helenita Castro Soares, 2ª Oradora Telma Gurgel da Silva, Diretora de Comunicação Izaira Thalita da Silva Lima, Conselho Fiscal: Francisca Lenilda da Silva, Maria José Araújo Melo de Sousa, Maria do Socorro Fernandes e Suplentes do Conselho Fiscal: Taniamá Vieira da Silva Barreto, Maria da Salete Fernandes e Izaura Ester Fernandes Rosado Rolim. Emocionante também foi o juramento, a promessa de fidelidade, de respeitar e fazer respeitar a AFLAM, de lutar pela realização dos seus objetivos, de cultivar o sentimento de fraternidade e lealdade.
PRIMEIRA TURMA DE SOLDADO FEMININO
PRIMEIRA TURMA DE SOLDADO FEMININO DA PMRN FOI FORMADA NO DIA 21 DE DEZEMBRO DE 1990 A primeira turma do Curso de Soldado Feminino da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, teve sua solenidade de formatura às 9 horas do dia 21 de dezembro de 1990 (sexta-feira) no CFAP-Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças, em Natal. Estiveram presentes o governador do Estado Geraldo Melo, o Comandante Geral da PMRN, Coronel Virgílio Tavares da Silva, o Chefe da Casa Militar, coronel Armindo Medeiros de Aguiar, o Chefe da Casa Civil, o coronel Uruhary Nunes do Nascimento e o comandante do CFAP, Major José Ribamar Rocha, entre outras autoridades civis e militares. O CFSd-Feminino preparou 57 policiais femininos. Ela atuar em setores burocráticos da Polícia Militar, e em serviços de âmbito social, como em aeroportos, escolas, centros de turismo, e outros locais de grande fluxo de pessoas, lidando principalmente com idosos, mulheres e crianças. Elas tiveram como primeira comandante a Tenente Angélica Fernandes de Oliveira, a qual declarou que o ingresso de mulheres nos quadros da Polícia Militar, tem o objetivo de “humanizar a polícia e descaracterizar a imagem repressiva que a polícia naturalmente impige, até pela própria natureza. A instrutora assegurou que o aproveitamento da polícia recém-formada, foi “sem dúvida satisfatório”. Os policiais militares femininos demonstram um maior espírito de “companhia”, mais companheirismo e facilidade de entrosamento bastante disciplinado”, enfatizou a tenente Angélica Fernandes. As policiais militares femininos dão apoio aos policiais militares masculinos, e estão preparadas também, as vezes, superior ao homem, para enfrentar casos de abordagem e repressão policial. O CFSd-Feminino teve início no dia 11 de setembro de 1990, que teve duração de 740 horas aula. Dentre as disciplinas: defesa pessoal, armamento, tiro, relações humanas, técnicas policial e militar, técnicas de abordagem, socorro de emergência. As policiais militares femininas foram encaminhadas para o Quartel do Comando Geral. Sâmara Faustino de Medeiros, uma das policiais recém-formada pelo CFAP, justificou a escola pela carreira militar com a afirmativa de que: É importante desenvolver um trabalho que envolva completamente, e a carreira de policial é na minha opinião uma atividade que exige total dedicação”. O soldado feminino declarou ainda que pretende avançar na carreira policial militar, e assim que lhe for possível, ingressará no Curso de Formação de Oficiais. A seguir relacionaremos pelo princípio de merecimento intelectual as 15 primeiras colocadas no CFSd Fem 90.1. Eis a relação:
1º - AL SD PM FEM Nº 90.210 – SILVIA BEZERRA DANTAS, com grau de 9.32; 2º
- AL SD PM FEM Nº 90.170 – DENIZE DIAS DE ALEXANDRIA, com grau de 8,83; 3º
- AL SD PM FEM Nº 90.176 – GEISA DA SILVA, com grau de 8,81;
4º - AL SD PM FEM Nº 90.201 – MIRIA DE FREITAS SUASSUNA, com grau de 8,62; 5º
- AL SD PM FEM Nº 90.173 – ELIANE BEZERRA DE FRANÇA, com grau de 8,43; 6º
- AL SD PM FEM Nº 90.185 – LIDIANE MARIA CLEMENTINO, com grau de 8,40;
7º - AL SD PM FEM Nº 90.207 – ROSÂNGELA DE PAIVA XAVIER, com grau de 8,37;
8º - AL SD PM FEM Nº 90.179 – ISABELLE NOBRE CÂMARA, com grau de 8,25;
9º - AL SD PM FEM Nº 90.168 – CÉLIA MARIA LINES DE MELO, com grau de 8,24;
10º - AL SD PM FEM Nº 90.190 – , com grau de 9.32; 11º - AL SD PM FEM Nº 90.210 –com grau de 9.32;
12º - AL SD PM FEM Nº 90.210 –, com grau de 9.32;
13º - AL SD PM FEM Nº 90.210 –, com grau de 9.32;
14º - AL SD PM FEM Nº 90.210 –, com grau de 9.32;
15º - AL SD PM FEM Nº 90.210 –, com grau de 9.32;

Dra. SHEILA, primeira mulher a axercer o cargo de delegado de uma Delegacia de Polícia Militar em Caraúbas e na região Oeste Potiguar. 27/04/200718/02/2009
SHEILA MARIA DE FREITAS DE SOUZA, natural de Natal, nascido a 30 de agosto de 1965, filha de Teobaldo Oliveira de Souza e Maria Freitas Melo de Souza, casada em duas núpcias, a primeira em 1982, com MARCOS VALERIO DE ALMEIDA, natural de Natal, com três filhos: LEONARDO FREITAS DE ALMEIDA, nascido a 25 de dezembro de 1983; THIAGO FREITAS DE ALMEIDA, nascido a 13 de outubro de 1986; e ALINE FREITAS DE ALMEIDA, nascida a 25 de janeiro de 1988. A segunda, no ano de 2000, com ADMILSON DE MELO JÚNIOR, natural de Campo Grande-RN, nascido a 29 de agosto de 1978, filho de Admilson Fernandes de Melo e de Severina Macedo de Souza, sem filhos, porém, cria uma enteada de nome MARIA EDUARDA FERNANDES, nascida a 28 de abril de 1999. Formada em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN. Em 2000 ingressou na Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Norte. Sua primeira Delegacia foi a Especializada em Roubos e Furtos de Natal, posteriormente comandou a Primeira Delegacia, na Cidade Satélite, em Natal, passando uma temporada na Delegacia do Turista. No dia 26 de abril de 2007 tomou posse como delegada de polícia na Delegacia Municipal de Caraúbas, nomeada pelo secretário-geral da Degepol, bacharel Bem-hur Cirino de Medeiros. Primeira mulher a comandar a DP de Caraúbas, cidade anteriormente dominada pela briga de famílias. Determinada, ela conta à Sua Vida Mulher, Caderno do Jornal de Fato do dia 10 de junho de 2007. Em meio à paisagem árida do sertão potiguar, numa cidade onde já imperou a disputa entre famílias rivais, surge uma nova liderança mulher, 43 anos, esposa, mãe de três filhos, Sheila Maria de Freitas, a primeira mulher a comandar a Delegacia de Polícia de Caraúbas, município distante 72 quilômetros de Mossoró. O olhar firme, lançado em cada declaração feita, deixa clara a determinação com que lida no dia-a-dia no combate à criminalidade. O jeito meio durão, no entanto, deixa escapar uma ponta de timidez, ao ficar diante das lentes de uma câmera fotográfica. A missão de comandar a delegacia de interior é tida como mais um desafio na via e um componente a mais no currículo. Medo? Nunca, diz a delegada. Ela prefere acreditar que o comando da delegacia de Caraúbas faz parte apenas de mais uma missão. “Fui convidada a assumir este posto e é o quê pretendo fazer da forma correta. Já enfrentei a Delegacia de Furtos e Roubos de Natal logo que me formei. O estigma de ser Caraúbas não muda em nada. Para ela, o principal desafio a ser vencido, até o momento, é a falta de apoio da população na elucidação dos crimes. Ela não sabe ao certo o motivo, mas acredita que ocorre devido à falta de confiança que os cidadãos caraubenses ainda carregam. “Estou aqui há pouco tempo, e eles não conhecem meu trabalho direito. Isso tem sido um desafio. A gente precisa ganhar o apoio e confiança da população. Porque do contrário, a polícia não consegue trabalhar direito”, destaca. A delegada acrescenta que, apesar da delegacia sempre ter sido comandada por homem, até o presente momento, ela não foi alvo de nenhum preconceito por ser mulher. Pelo contrário tem sido elogiada. A escrivã Ariana Alves Suassuna, natural de Patu-RN, nascida em 9 de julho de 1975, filha de Humberto Suassuna e de Margarida Alves que trabalha há mais de anos na Delegacia de Caraúbas, disse que o trabalho melhorou bastante no comando de Sheila Maria. O ambiente de trabalho se tornou mais coletivo, segundo ela. “Para ela todo mundo é igual”. Além disso, a gente se sente mais à vontade de trabalhar com uma delegada. Acredito que até a produtividade da equipe melhorou com a chegada da delegada Sheila. É uma nova experiência a que estamos nos adaptando, informa a escrivã.

PRIMEIRA MULHER A SER DELEGADA-GERAL DA POLÍCIA CIVIL
Dra. Suerda Valéria Maciel de Araújo Cruz, nascida no ano de 1960. Ela no dia 1º de julho de 2005-Sexta-Feira, assumiu a Delegacia Geral da Polícia Civil (DEGEPOL). Foi a primeira vez que uma mulher assume o cargo de Delegada Geral da Polícia Civil no estado do Rio Grande do Norte. A posse ocorreu no Centro Administrativo. Ela substituiu o Bel. Elias Nobre. (Suerda Cruz comandou de fevereiro de 2003 a 1º de julho de 2005 a Diretoria de Policiamento da Grande Natal (DPGRAN), sob o comando de 42 delegacias especializadas e distritais. Ela é foprmada em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, turma de 1983 e em 1985 ingressou na Polícia Civil. Em 2003 concluiu em primeiro lugar o curso superior de Polícia Civil.

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